Weathered stone chapel with arched doorway and red-tiled roof, in a sunny courtyard.
Panel discussion at a charity/event inside a fire station, with a red fire truck behind and banners on the table centerpiece.
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A sunny riverside beach with people sunbathing under straw umbrellas on a sandy shore, next to a calm green river framed by forested hills.
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Passageiros do MUV reforçam queixas sobre atrasos nos autocarros e falam em “vergonha”

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fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
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Continuam as queixas relativamente ao serviço prestado pelos autocarros do MUV, em Viseu. Nos últimos dias, ao Jornal do Centro têm chegado relatos de revolta e indignação que se prendem, sobretudo, com atrasos. “A vergonha continua nas linhas C1 e C2 e não só”, referem. Os passageiros dão o exemplo de que num dia o autocarro C1 que estava previsto passar na paragem da Quinta D’el Rei às 14:12 “passou às 14:47h”, ou seja, mais de meia hora depois. Há quem relate casos em que o serviço nem sequer é prestado. “No domingo, o C1 das 18:16h, na Fonte Cibernética não passou”. Os utilizadores dos transportes públicos de Viseu que fizeram chegar estas reclamações à redação do Jornal do Centro descrevem que a situação está a piorar de dia para dia. “O serviço nunca foi em condições mas está cada vez pior, é assim que querem que as pessoas utilizem os autocarros?”, questionam.

“Não é para isto que pago os meus impostos. Vergonha”, refere outro passageiro. Há ainda quem questione: “se ficar desempregado pelos constantes atrasos, vocês responsabilizam-se?”. Uma das pessoas que apresentou reclamação recebeu por parte da Berrelhas, a empresa concessionária do serviço MUV, a garantia de que tudo está a ser feito para que os horários sejam “escrupulosamente cumpridos”, lamentando a situação e apresentando desculpas.

Fonte da autarquia referiu que as queixas têm sido constantes e que o tema vai, de forma recorrente, às reuniões do executivo. Ainda assim, o Jornal do Centro aguarda uma posição oficial por parte do município. Quanto à empresa Berrelhas, foi contactada pelo Jornal do Centro. Até ao momento não obtivemos qualquer resposta.

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