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O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, garantiu que o partido está disponível para que seja dado “um passo em frente” no que respeita à valorização da administração pública, “sem calculismos partidários”.
No final da reunião da Comissão Nacional do PS, que decorreu em Viseu, Pedro Nuno Santos disse aos jornalistas que o PS deixou o país com uma “boa realidade económica e financeira”, que deve ser aproveitada para responder “a vários anseios da população portuguesa”, como “uma administração pública mais valorizada e qualificada”.
“Nós temos, neste momento, uma situação económica e financeira que nos permite dar um passo em frente. E nós queremos dar esse passo em frente e estamos disponíveis para que ele seja dado, sem calculismos partidários e, por isso, se há condições, vamos resolver rapidamente”, frisou.
A Comissão Nacional do PS reuniu para analisar a situação política, duas semanas depois das eleições legislativas e numa altura em que os socialistas se preparam para ser oposição ao Governo de direita.
O momento foi aproveitado para o secretário-geral deixar claro que não é um líder de transição. “Eu não falo daquilo que nós discutimos dentro da Comissão Nacional. É evidente que sou, neste momento, secretário-geral do PS e o trabalho que faço é para que o partido consiga reconstruir uma maioria que permita voltar a governar Portugal”, disse.
A reunião deste órgão máximo, onde se notou, por exemplo, a ausência de João Azevedo ou Correia de Campos, que fazem parte do Comissão, foi convocada por Carlos César, tendo a análise da situação política como o único ponto da ordem de trabalhos, e decorreu dois dias depois de se ter reunido, em Lisboa, a Comissão Política Nacional (CPN) do partido.