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A Associação de Municípios do Planalto Beirão inaugurou, esta segunda-feira (19 de abril), a exposição itinerante “Ideia com Futuro” em Vouzela, concelho onde também começaram a ser distribuídos 2.900 mini-ecopontos domésticos que visam facilitar a separação dos resíduos recicláveis.
Já o camião itinerante visa sensibilizar para a importância da reciclagem e da economia circular, com conteúdos interativos e multimédia.
José Portela, secretário executivo da Associação do Planalto Beirão, refere que esta exposição vai atravessar os 19 municípios que dela fazem parte, “durante uma semana por município”.
O responsável frisa ainda que os mini-ecopontos “são uma ferramenta que ajuda na separação na fonte dos resíduos de embalagem para promover a maximização das quantidades recolhidas seletivamente de resíduos sólidos urbanos”.
O presidente da Câmara de Vouzela, Rui Ladeira, garante que o município já investiu muito para que a separação do lixo esteja ainda mais presente “Já vínhamos fazendo, mas não com tantos recursos. Tínhamos pouco mais de 30 ecopontos. Agora, todas as aldeias de Vouzela têm um ecoponto, mas também temos ilhas ecológicas, que são 26”, disse.
O autarca de Vouzela refere que a autarquia já fez uma candidatura aos fundos comunitários para a instalação de mais ilhas ecológicas, num investimento “muito forte” na ordem de 1 milhão de euros.
Presente na cerimónia de apresentação da exposição, esteve também o presidente da Câmara de Tondela, José António Jesus. O autarca, que está também no Conselho Consultivo da Associação do Planalto Beirão, fala de um investimento para o futuro, sobretudo naquilo que considera ser a sensibilização para a importância de reciclar.
“É o caminho para hoje e o caminho para o futuro porque as gerações futuras terão de saber que, se não investirmos na sensibilização, nunca alteraremos hábitos, métodos e algumas questões que estão enraizadas na nossa vida e devem ser melhoradas”, afirma.
José António Jesus refere ainda que este projeto “ambicioso” terá “um custo elevado, mas vai fechar um ciclo de várias outras intervenções de aumento de capacidade, aumento da recolha e sensibilização”. “No fundo, começámos a casa pelos alicerces e estamos a chegar ao telhado”, conclui.