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Um sistema de urgências referenciadas deve ser o plano que o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) Viseu Dão Lafões deve apresentar hoje à Tutela para mitigar o encerramento do serviço de urgências pediátricas a partir de 1 de junho.
O encontro está marcado para a tarde desta segunda-feira e surge depois da ministra da Saúde ter pedido, na última quinta-feira, um plano ao Hospital para fazer face à falta de médicos que assegurem o serviço.
O sistema de urgência referenciada foi já implementado como projeto-piloto na Unidade Local de Saúde Amadora/Sintra e, segundo a Direção Executiva do SNS, trata-se de um novo modelo de atendimento para crianças com doença aguda, que efetivamente necessitem de observação clínica. O objetivo é o de que todos os utentes com sintomas de doença aguda não emergentes liguem para o SNS 24 e apenas quando há necessidade de observação clínica são encaminhados para o consulta de pediatria, num período de 24 horas. Ou seja, das 8h00 às 20h00 a urgência pediátrica está aberta a todos os utentes, das 20h00 às 8h só recebe doentes nos seguintes casos: doentes trazidos pelo INEM; doentes referenciados pela linha telefónica SNS 24 e doentes referenciados por outras instituições de saúde com informação clínica devidamente assinada.
Já no plano de contingência apresentado pelo Hospital de Viseu aquando do anúncio do encerramento noturno do serviço, era referenciado no quadro do novo modelo organizacional da ULS, os Cuidados de Saúde Primários estavam a organizar-se para reforçar a sua capacidade de atendimento de doentes pediátricos agudos, no âmbito das consultas abertas, garantindo um maior número de vagas disponíveis nos cinco dias da semana em todas as USF da cidade de Viseu.
Era também assinalado que as SUB de Tondela e São Pedro do Sul estão capacitadas para atendimentos a utentes em idade pediátrica, enquanto que a resposta em rede dos hospitais do SNS em Coimbra, Aveiro e Guarda permite atendimento referenciado após contacto com o SNS 24 e o INEM.
Entretanto, o movimento civil espontâneo que marcou uma manifestação para 1 de junho mantém o protesto, admitindo que a solução que tem de ser encontrada tem de ter em conta a realidade de Viseu.