Group of nurses and caregivers pose with an elderly woman in a wheelchair in front of pink '100' balloons and gold streamer backdrop, celebrating a milestone.
Crowd enjoying an outdoor concert at night with a bright, illuminated stage and smoky beams in the air
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Line of motorcycles parked in front of a historic municipal building, with riders in white shirts standing beside them on a cobblestone plaza.
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Plataforma Já Marchavas organiza ação de luta no Dia da Mulher, em Viseu

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fotografia: Jornal do Centro
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A Plataforma Já Marchavas volta a assinalar o Dia da Mulher na próxima sexta-feira (8 de março), com uma ação no Mercado 2 de Maio em Viseu.

A concentração está marcada para as 17h30 e tem como mote este ano “Feministas em União, contra toda a opressão!”.

No ano em que se celebram o 50.º aniversário do 25 de Abril, o Já Marchavas reitera o compromisso de não dar “nem um passo atrás” na luta feminista na região.

“Saímos à rua, sem medo, por todas as companheiras de luta, pelas que já cá não estão e pelas que hão-de vir! Saímos à rua pela liberdade de todas, pois somos feministas em união contra toda a opressão”, refere o movimento em comunicado.

Também num manifesto divulgado pelo Já Marchavas, pode ler-se que as mulheres “são símbolos de resistência, de sobrevivência, de luta e representam o feminismo em que toda a gente deve ser respeitada em igualdade e equidade de direitos”.

“As mulheres encontram-se inseridas em muitos grupos, podem ser afrodescendentes, indígenas, LGBTQIA+, de comunidade cigana, do mundo islâmico, do meio urbano ou rural, deficientes físicas, migrantes, refugiadas, dentre outros fatores que revelam muitas vezes a sua vulnerabilidade e demonstram uma maior desigualdade de género enfrentada por elas”, salienta o documento, lembrando problemas como a desigualdade salarial, os assédios sexual, moral e laboral, a violência doméstica, a violência obstétrica e a mutilação genital feminina.

O manifesto também salienta que vários dos cuidados domésticos e familiares continuam a ser reservados às mulheres, “deixando-as muitas vezes numa condição muito precária e sobrecarregada”, e espera que os 50 anos do 25 de Abril mostram que a democracia “só é possível quando homens e mulheres possuem igualdade de direitos, com atenção especial às peculiaridades que os possam diferenciar”.

Além de Viseu, também vão haver ações de luta em Aveiro, Barcelos, Braga, Coimbra, Évora, Faro, Guimarães, Leiria, Lisboa e Porto.

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