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O Instituto Politécnico de Viseu (IPV) viu aprovada a candidatura para integrar uma universidade europeia. A instituição faz agora parte da European University for Customised Education (EUNICE), que junta também universidades de Espanha, França, Polónia, Alemanha, Bélgica, Itália e Finlândia.
O projeto vai permitir a realização de doutoramentos, mobilizar estudantes e professores e oferecer cursos em associação com as restantes instituições parceiras desta rede. O presidente do IPV, José Costa, não escondeu a sua satisfação com a aceitação da candidatura à universidade europeia.
“Submetemos a candidatura, juntamente com mais instituições de ensino superior europeus. A nossa candidatura foi aprovada e foi-nos feita a comunicação no dia 12, sendo que já respondemos favoravelmente à aceitação”, disse em declarações ao Jornal do Centro.
Agora, segundo José Costa, o IPV prepara para participar na sua primeira reunião da EUNICE que terá lugar “a 26 e 27 de setembro, na Universidade de Cantábria, em Santander (Espanha)”.
Além de poder ministrar doutoramentos, a adesão à Universidade Europeia traz outras vantagens, defendeu o presidente do Politécnico.
“O importante aqui é que nos permite, num contexto mais alargado de instituições de ensino superior, ter uma massa humana de cerca de 150 mil estudantes, mais docentes e não-docentes, permitindo a mobilidade do mundo académico. E, além disso, podemos fazer formações em conjunto em diversas áreas pertinentes no âmbito dos cursos”, frisou.
José Costa referiu que, com a universidade europeia, o objetivo é “afirmar o Instituto e o território” e não só.
“Também esperamos criar oportunidades aos jovens para, nesta mobilidade internacional, poderem beneficiar de novos conteúdos e ganhar novas competências em contextos diferenciados, com o facto de estarmos numa universidade de instituições de ensino superior”, concluiu.
Para o próximo ano letivo, o Politécnico de Viseu vai oferecer uma centena de cursos, entre licenciaturas, mestrados, pós-graduações e cursos técnicos superiores profissionais, conhecidos como cursos rápidos.
Já no final de junho, o Parlamento tinha aprovado propostas que permitiam que os politécnicos possam atribuir o grau de doutor e passem a designar-se universidades politécnicas.