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Home » Notícias » Colunistas » Porque é importante avaliar o seu Pacemaker?

Porque é importante avaliar o seu Pacemaker?

 Provas de função respiratória: porque são importantes?
16.04.21
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Anomalias do ritmo cardíaco originam doenças que se chamam arritmias cardíacas, particularmente frequentes no doente idoso. Uma das formas de tratar as arritmias cardíacas é com dispositivos de auxílio ou suporte elétrico ao coração, e um deles é o pacemaker.

Em Portugal, por ano, e de acordo com o Registo Nacional de Pacing Cardíaco, são implantados cerca de 1000 dispositivos de modulação da atividade elétrica cardíaca por milhão de habitante, incluindo o pacemaker (de longe o mais frequente com cerca de 80% das intervenções), o cardioversor-desfibrilhador implantado (CDI), o ressincronizador cardíaco (CRT) e o registador de eventos implantado. No distrito de Viseu são realizadas cerca de 500 intervenções por ano.

Estes dispositivos altamente sofisticados regulam eletronicamente a frequência cardíaca, monitorizam o ritmo cardíaco e quando necessário geram impulsos elétricos de baixa energia que desencadeiam um batimento cardíaco ou de alta energia que tratam arritmias malignas.

A implantação de um destes aparelhos deve ser entendida como o início do tratamento da perturbação de ritmo subjacente, o primeiro passo. Estes dispositivos são microcomputadores com dezenas de funções diagnósticas e terapêuticas programáveis e ajustáveis a cada doente e o êxito do tratamento reside numa gestão eficiente e dinâmica destes algoritmos ao longo do tempo. Periodicamente estes doentes devem ser avaliados em consulta específica – como é caso da Consulta de Pacemaker que o Hospital CUF Viseu disponibiliza – onde são cumpridos vários objetivos:
1) Verificar a voltagem da bateria de modo a que a substituição do sistema não seja nem precoce nem tardia, que neste caso poderá trazer consequências graves para o doente. Aproximando-se o final da energia da bateria, é programada a sua substituição através de um procedimento tecnicamente mais simples do que a primeira implantação, e que, habitualmente, não necessita de internamento hospitalar.
2) Testar todos os parâmetros biofísicos de interação do dispositivo com o coração;
3) Identificar eventuais disfunções;
4) alterar e ajustar parâmetros sempre que se justificar, para melhorar a qualidade de vida do doente, através da otimização personalização do funcionamento do dispositivo ao ritmo intrínseco do doente. Estes dispositivos cardíacos devem ser uma coadjuvação firme, mas discreta, do ritmo cardíaco.

A primeira consulta acontece 24 horas após a implantação do sistema, a segunda ao segundo/terceiro mês após a intervenção e depois de forma semestral na maioria dos casos. A consulta é composta pela análise instrumental com computadores específicos para cada marca de dispositivos cardíacos implantados e executada pelo cardiologista arritmologista, com toda a segurança.
É importante que este acompanhamento médico seja mantido e, sempre que necessário, consulte o seu médico.

Luís Ferreira dos Santos, Coordenador de Cardiologia do Hospital CUF Viseu

 Provas de função respiratória: porque são importantes?

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