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A promessa de redução das portagens nas autoestradas do interior do país no primeiro trimestre do próximo ano “não resolve nenhum problema”, afirma o porta-voz da Comissão de Utentes da A25, A24 e A23, Francisco Almeida.
A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, anunciou ontem que a nova descida do preço das portagens e o aumento da oferta de transportes coletivos nos territórios do interior são algumas das medidas a incluir no programa Trabalhar no Interior. A governante só não revelou o montante da redução que está prevista.
Em declarações ao Jornal do Centro, Francisco Almeida diz que esta prometida “baixa do valor das portagens não resolve nenhum problema”.
“Vamos estar confrontados com mais uma pequena redução, mas simultaneamente um aumento do preço das portagens decorrente da inflação”, sustenta.
“É uma redução que não vai ter nenhum significado na vida das pessoas e das empresas”, acrescenta.
A Comissão de Utentes da A25, A24 e A23 continua a defender o fim das cobranças em toda a região. Francisco Almeida lembra que esta é uma luta antiga e que já levou a estrutura a avançar com uma ação popular contra o Governo.
“Estas estradas não têm nenhuma alternativa e não tendo não faz sentido a cobrança de portagens e, portanto, reclamamos o fim das portagens”, salienta.
Francisco Almeida também não ficou convencido quanto à promessa da ministra Ana Abrunhosa no que diz respeito ao aumento da oferta de transportes públicos no interior.
“Eu não sei do que é que a ministra está a falar. Em alguns casos é passar a haver oferta, que é praticamente inexistente. Os transportes públicos entre Viseu e Lamego é como se não existissem. De Viseu para a zona de Lafões é a mesma coisa. Ela está a falar de um país que não existe. A ministra da Coesão Territorial conhece muito pouco do território e da vida no interior do país”, conclui.