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No 47.º aniversário do 25 de Abril, o município de Viseu assinalou as comemorações com a partilha de mensagens de figuras políticas da cidade. O presidente da Assembleia Municipal, José Mota Faria, também esteve presente e, à semelhança da presidente Conceição Azevedo, começou por fazer referência a 4 de abril, o dia em “que tivemos conhecimento da triste notícia “ do falecimento do presidente Almeida Henriques, vítima de Covid-19.
“Neste momento de incerteza, também de dificuldades, é importante termos esperança e confiança no nosso futuro coletivo, pensarmos em abril de 74, na revolução dos cravos, na liberdade, um sonho de construirmos todos uma sociedade mais justa, fraterna, solidária e responsável com base numa verdadeira igualdade de oportunidades, por isso, neste dia histórico não deixamos de agradecer aos nossos Capitães de Abril”, começou por dizer Mota Faria, enumerando também os militares do RI14 que participaram nas operações da Revolução dos Cravos: Gertrudes da Silva, Arnaldo Costeira, Aprígio Ramalho, António Amaral e Amândio Augusto.
O presidente da Assembleia Municipal referiu ainda que “a retoma da anterior normalidade será progressiva, sempre em ambiente de incerteza e dependente do combate à pandemia, em concreto, a vacinação contra a Covid-19”.
Para Mota Faria, o 25 de Abril é “também um momento de revolta, em que devemos todos exercer o nosso direito à indignação e à revolta perante os resultados atrozes do combate à corrupção, o combate sem tréguas à corrupção deveria ser um desígnio político e a justiça uma prioridade absoluta do Estado”, frisou, adiantando que a mesma deve ser investigada e sancionada.
Como Conceição Azevedo, o presidente da Assembleia Municipal mostrou-se preocupado com “a falta de decisões políticas amigas da coesão territorial do país e os sucessivos adiamentos de investimentos estruturantes decisivos para o desenvolvimento do concelho e da região”. Ainda assim, “temos de sonhar, ter esperança, acreditar todos no nosso futuro coletivo, valorizar a vida concreta das pessoas e o futuro das novas gerações e fundamentalmente acreditar nos de ideais de abril”, rematou.