Jardins-da-Casa-de-Santar-Nelas
fatima teles BE
zé mágico palácio do gelo
herdade santiago
quartos apartamentos imobiliário viseu foto jc
arrendar casa

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25

Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…

14.08.25

Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….

07.08.25
fatima teles BE
programa ps joao azevedo
miguel martins cdu ofrades
miss teen
praia da carriça
herdade santiago
Home » Notícias » Diário » Presidente da CCDR Centro realça “evolução enorme” do Plano de Recuperação

Presidente da CCDR Centro realça “evolução enorme” do Plano de Recuperação

pub
 Presidente da CCDR Centro realça “evolução enorme” do Plano de Recuperação - Jornal do Centro
04.04.21
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Presidente da CCDR Centro realça “evolução enorme” do Plano de Recuperação - Jornal do Centro
04.04.21
Fotografia: Jornal do Centro
pub
 Presidente da CCDR Centro realça “evolução enorme” do Plano de Recuperação - Jornal do Centro

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Isabel Damasceno, afirma que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) registou uma “evolução enorme” e vai ser executado no território.

“Houve muitas reações de que o PRR, sendo um instrumento tão importante, não é territorializado”, disse Isabel Damasceno em entrevista à agência Lusa, defendendo que, “neste momento, está absolutamente claro que a execução de muitas das suas prioridades vai ser no território”.

A presidente da CCDRC, com sede em Coimbra, reagia às críticas que alguns municípios, comunidades intermunicipais (CIM), associações empresariais e outras organizações fizeram ao documento do Governo na fase de consulta pública.

“Quando foi apresentada a primeira versão do PRR, ficaram receios fundados de que poderia vir a ser pensado e executado centralmente”, admitiu.

Na sua opinião, contudo, “houve uma evolução enorme do ponto de vista de análise do assunto por parte do Governo” e a versão atual “passa por um pensamento estratégico nacional muito balizado pelas prioridades definidas” pela Comissão Europeia (CE).

“Há aqui regras à partida definidas pela CE que o Governo tinha de cumprir”, sublinhou Isabel Damasceno, ao frisar que as CIM, os municípios, as empresas, as diferentes instituições sociais e outras “vão ser executores” do PRR e “não poderia ser de outra maneira”.

Realçando que “uma das prioridades de atribuição de verbas é a habitação social”, face às fragilidades confirmadas neste domínio, durante a pandemia da covid-19, sobretudo nas zonas de Lisboa e Porto, reconheceu que os fundos do plano incluem “um bolo grande” para estas áreas metropolitanas.

“Mas eu não posso deixar de compreender”, pois – justificou – “nada é comparável com os problemas que surgiram nas habitações sociais” dos dois maiores centros urbanos do país durante a pandemia, “naqueles bairros sem condições mínimas e com uma probabilidade de transmissão do vírus enorme”.

Porém, segundo a economista, “nada significa que não haja dinheiros para fazer estas intervenções” também em cidades da região Centro como Coimbra, Viseu ou Leiria, por exemplo.

Com um Plano de Recuperação e Resiliência “muito ligado às questões sociais de uma maneira geral, como a saúde, o digital e o ambiente, ficam os grandes projetos a ser executados pelo Governo, com uma grande via ou um grande hospital”.

Há uma semana, em Aveiro, a antiga presidente social-democrata da Câmara de Leiria concluiu uma ronda pelas oito CIM que fazem parte da região, “na continuidade daquilo que foi sempre prática” desde o tempo em que a CCDRC era liderada por Ana Abrunhosa, atual ministra da Coesão Territorial.

Além da preparação do Portugal 2030, com a participação de 100 municípios, foi possível “perceber como vai ser o papel destes e das CIM na execução e na utilização das verbas do PRR”, disse.

Isabel Damasceno entende que os autarcas, na sua generalidade, “estão imensamente motivados e com muito grande disponibilidade para serem parceiros na execução” do plano, destinado a “ultrapassar as marcas que a pandemia está a deixar”.

“O PRR foi pensado centralmente, não haveria muitas alternativas de escolhas, tendo em conta o balizamento da Europa. Mas a grande opção da execução tem de ser descentralizada”, preconizou.

Isabel Damasceno antevê que “todos vão ser poucos para executar tanta coisa” no Centro, cabendo à CCDRC “coordenar e apoiar”.

“Uma fragilidade enorme que o país tem”, na sua ótica, são os lares, incluindo os ilegais e outros a “precisarem de intervenções profundas”, infraestruturas que, tal como os centros de saúde, existem “em todo o território” e não apenas em Lisboa e Porto.

As comunidades intermunicipais de Aveiro e Leiria, em especial, revelam “outra capacidade de resposta” aos impactos da atual crise económica e social, na visão de Isabel Damasceno.

“Mesmo essas estão a sentir abalos” e, um pouco por toda a região, haverá “crises complicadas de gente que não vai conseguir recuperar”, sobretudo quando acabarem as moratórias dos empréstimos bancários às empresas, alertou.

pub
 Presidente da CCDR Centro realça “evolução enorme” do Plano de Recuperação - Jornal do Centro

Outras notícias

pub
 Presidente da CCDR Centro realça “evolução enorme” do Plano de Recuperação - Jornal do Centro

Notícias relacionadas

Procurar