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Primeira fase do parque industrial de Lordosa custa 4,5 milhões de euros

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18.07.22
fotografia: Jornal do Centro
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18.07.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Primeira fase do parque industrial de Lordosa custa 4,5 milhões de euros

A criação da área de acolhimento empresarial de Lordosa em Viseu é uma obra de grande alcance e a pensar já no futuro, anunciou o presidente da Câmara durante a cerimónia de consignação que se realizou esta segunda-feira. Fernando Ruas falou de uma obra esperada há já algum tempo.

Com um investimento na ordem 4,5 milhões de euros, o autarca pediu para que não haja atrasos.
“Que sejam cumpridos os prazos e que a Câmara cumpra também a sua parte a responsabilidade que tem para que estas obras públicas não entrem na fatalidade de estarem sempre atrasadas”, disse.
As obras de urbanização da primeira fase do Parque Industrial vão permitir, inicialmente, a criação de 14 lotes para as empresas, mas também investimento nas acessibilidades. Uma forma de, segundo o autarca, potenciar a economia.

“Há aqui uma grande determinação da Câmara Municipal com aquilo que perspetiva em relação ao futuro. Estamos a falar de um investimento de grande alcance que deixa terreno aberto para que a área empresarial possa ser uma realidade. Diria que estamos a antecipar um investimento com grande dimensão para que depois este espaço tenha as condições ideias para fixar empresários e depois fixar emprego”, acrescentou, lembrando que já há manifestações de interesse de empresas em ali se fixar.
Para o autarca, esta nova infraestrutura vai também equilibrar a malha urbana do concelho.

“Temos uma zona industrial localizada a sul, a maior parte dos serviços também estão localizados a sul e houve uma parte da população que acompanhou este movimento e desequilibrou um pouco a zona urbana. Precisamos de a equilibrar a norte e é isso que estamos a fazer”, sustentou.

A primeira fase da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa deverá ficar concluída no prazo de um ano, uma obra que “demorou a chegar”, mas que tem uma explicação, segundo Fernando Ruas.
“O pontapé de saída já foi dado há algum tempo. Agora vê-se alguma coisa. Começou com as expropriações, com os pagamentos, com as avaliações e tudo isto foi um processo que demorou algum tempo, mais do que estávamos à espera. Mas é pouco em relação àquilo que vamos vendo por aí. Há coisas que as vezes são iniciadas, anunciadas e que demoraram mais tempo e muitas vezes nem são concretizadas”, concluiu o autarca.

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