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Produção de mel com “diminuição muito acentuada” na região

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 Produção de mel com “diminuição muito acentuada” na região - Jornal do Centro
22.09.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Produção de mel com “diminuição muito acentuada” na região - Jornal do Centro
22.09.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Produção de mel com “diminuição muito acentuada” na região - Jornal do Centro

“Este ano foi mesmo muito mau”. O desabafo é de Rafael Guimarães, da Associação de Apicultores da Beira Alta, que estima uma quebra “para menos de metade” na produção de mel na região, em comparação com o ano passado. Em 2022 estima-se uma produção de 80 toneladas, quando o ano passado foram feitas 200.

“Registamos uma diminuição muito acentuada na produção de mel. A produção tem vindo a ser cada vez mais baixa, desde há coisa de uns 15 a 20 anos, mas este ano foi mesmo muito mal”, aponta, explicando que esta quebra é justificada por vários fatores, entre eles a seca.

“A diminuição que temos registados tem a ver com as alterações climáticas e a flora disponível. Mas este ano o facto de não termos tido quase inverno e primavera fez com que as flores ao florirem logo secavam os nectários florais e a produção foi muito fraca, porque sem néctar não há mel”, disse.

“Estamos a falar de uma produção que caiu para menos de metade em relação ao ano passado, que foi um dos melhores em relação aos últimos quatro anos, mas que foi mau se comprarmos com os últimos 20”, acrescentou.

Em média, os membros da Associação de Apicultores da Beira Alta produziram quatro quilos de mel por colmeia. Há duas décadas, mesmo nos apiários mais fracos, estes conseguiam obter 15 a 20 quilos.

A produção no concelho de Viseu “foi muita baixa” nesta campanha de 2022, mas em alguns concelhos, como Sátão e Aguiar da Beira, até se conseguiu inverter a tendência, tendo sido produzido mais mel.

A Associação de Apicultores da Beira Alta tem mais de 700 associados de vários concelhos da região. Viseu, Tondela, Carregal do Sal, Nelas, Penalva do Castelo, Sernancelhe, Aguiar da Beira e Sátão são os municípios com mais apicultores associados.

Já na Serra do Caramulo registou-se este ano um pequeno aumento da produção, adiantou ao Jornal do Centro Isidro Ferreira, da associação apicultores da montanha. Deverão ser produzidas umas 18 toneladas de mel.

“Temos um bocadinho mais de mel do que o ano passado, ao contrário do que se passou a nível nacional que foi desastroso. Aqui ainda nos safámos. O aumento foi pouco maior face a 2021. Não é um ano extraordinário, mas é razoável. O ano passado foi fraco”, referiu.

Ainda que se tenha verificado uma subida da produção, no concelho de Tondela houve localidades, como Vilar de Besteiros e Mosteiro de Fráguas, com perdas totais. “Nessa zona foi muito mau”, avançou.

Segundo Isidro Ferreira, o número de apicultores e de colmeias está a aumentar na região do Caramulo. Prova disso é o facto de a serra ter três melarias industriais.

A Associação de Apicultores da Serra do Caramulo tem cerca de meia centena de associados.

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