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Profissionais de saúde infetados ou em isolamento. Ordem diz que há hospitais em risco de colapso

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 Profissionais de saúde infetados ou em isolamento. Ordem diz que há hospitais em risco de colapso - Jornal do Centro
04.02.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Profissionais de saúde infetados ou em isolamento. Ordem diz que há hospitais em risco de colapso - Jornal do Centro
04.02.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Profissionais de saúde infetados ou em isolamento. Ordem diz que há hospitais em risco de colapso - Jornal do Centro

O Centro Hospitalar Tondela-Viseu é uma das instituições de saúde da região Centro que está em risco de colapso devido a ausência de dezenas de profissionais de saúde.

O alerta vem da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, que diz que os hospitais da região correm risco de “colapso” devido à ausência de centenas de profissionais motivada pela pandemia da Covid-19.

Em declarações ao Jornal do Centro, o presidente da Ordem dos Médicos do Centro, Carlos Cortes, diz que os profissionais estão “positivos, e muitos deles até são assintomáticos e têm de ficar em isolamento no seu domicílio, ou estão a acompanhar os seus familiares que também estão positivos, nomeadamente os seus filhos” e fala de um forte impacto nos hospitais da região.

Só no Centro Hospitalar Tondela-Viseu, há 59 profissionais em isolamento. Carlos Cortes reclama ao Governo a contratação flexível de médicos para substituir quem está em casa.

“Quando os profissionais estão fora do seu local de trabalho e têm de estar em isolamento, o Hospital tem de ter capacidade para contratar imediatamente outros profissionais para os substituir. Aliás, houve um programa no início da pandemia em que se podia contratar por períodos de três meses e isso foi muito importante para a resposta que os hospitais e os centros de saúde deram”, explica.

Além de pedir a contratação de mais profissionais, Carlos Cortes pede ainda que sejam revistas urgentemente as normas de isolamento para as pessoas infetadas com Covid-19 e que estejam assintomáticas ou com sintomas ligeiros e do rastreio de contactos, “designadamente do círculo familiar mais restrito”.

Carlos Cortes pede também “uma monitorização mais célere e adequada por parte das autoridades de saúde face à situação da doença”.

O médico diz que especialidades como Cirurgia, Medicina Interna e Pediatria e as urgências “ameaçam colapsar” um pouco pela região.

A situação também se alastra aos hospitais de Aveiro, Coimbra, Leiria, Guarda e Castelo Branco, sendo que, segundo a Ordem dos Médicos do Centro, o Centro Hospitalar de Leiria e o Centro Hospitalar do Baixo Vouga têm perto de 100 profissionais cada em casa.

Já o Hospital Distrital da Figueira da Foz tem 16 profissionais ausentes e o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra “algumas centenas de profissionais, o que está a criar muitos e graves constrangimentos”.

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