Medical training session: students in white coats treat a seated man wearing a yellow safety vest while a supervisor stands nearby in a white coat.
Group of nurses and caregivers pose with an elderly woman in a wheelchair in front of pink '100' balloons and gold streamer backdrop, celebrating a milestone.
Crowd enjoying an outdoor concert at night with a bright, illuminated stage and smoky beams in the air
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Line of motorcycles parked in front of a historic municipal building, with riders in white shirts standing beside them on a cobblestone plaza.
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Projeto das Obras Sociais de Viseu une a arte às pessoas com demência

Iniciativa "ID Memória Futura" junta pessoas com Alzheimer, cuidadores e famílias em torno da arte, com apoio do BPI e do Município de Viseu

Carolina Vicente
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 Projeto das Obras Sociais de Viseu une a arte às pessoas com demência

O projeto “ID Memória Futura”, uma iniciativa das Obras Sociais de Viseu em Parceria com o Centro de Apoio a Pessoas com Alzheimer e outras Demnências e a INTRUSO ac, foi apresentado publicamente esta segunda-feira, 6 de janeiro, no Clube de Viseu. O projeto, que conta com a direção artística de Romulus Neagu e foi premiado pelo BPI Seniores 2024, pretende utilizar a arte como ferramenta de inclusão para pessoas com demência, cuidadores e famílias, e promover um diálogo intergeracional para combater o estigma associado a estas doenças.

“Trabalhamos há 10 anos nesta área do Alzheimer, que não tem cura, mas podemos cuidar. Esse é o propósito deste projeto: termos mais uma ferramenta para ajudar pessoas com demência, os seus cuidadores e as famílias”, começou por afirmar José Carreira, presidente das Obras Sociais de Viseu. “Queremos que se perceba que um diagnóstico de doença não significa o fim. Significa desafios, dificuldades, mas não significa o fim”.

O projeto, descrito como uma ação artística e comunitária, tem várias fases e estará aberto à participação de qualquer pessoa com demência, cuidadores atuais ou antigos, e familiares. Segundo José Carreira, o objetivo é “construir uma comunidade amiga da demência, para que estas pessoas possam viver com mais qualidade de vida e, acima de tudo, com dignidade e respeito”.

O papel da arte como ferramenta de inclusão

O diretor artístico do projeto, Romulus Neagu, destacou a importância do diálogo entre as artes e a comunidade. “A temática da demência é um assunto delicado, tanto a nível científico como humano e social. Senti que este projeto deveria ser desenvolvido por alguém com sensibilidade e uma visão próxima destas pessoas”, explicou.

O programa inclui oito ateliês de artes performativas (dança/movimento, escrita criativa, teatro, música/som, teatro físico, fotografia/vídeo, artes plásticas/ilustração, e desenho/luz) com uma regularidade semanal, ao longo de oito meses. Para além disso, haverá um período de criação para a realização de uma apresentação pública que reunirá participantes do projeto, cuidadores e artistas profissionais. “O nosso objetivo é criar uma forma de estar à volta das artes performativas onde possamos juntar todas estas pessoas numa experiência partilhada”, acrescentou Romulus.

Apoios institucionais

O projeto “ID Memória Futura” recebeu o apoio do BPI Seniores 2024, com o representante da instituição a sublinhar a importância da iniciativa: “É com grande alegria que recebemos esta atribuição”.

Também o Município de Viseu está envolvido, disponibilizando espaços como a Quinta da Cruz para a realização das atividades. Leonor Barata, vereadora da Cultura, destacou o impacto positivo da prática artística: “Já sabemos por experiência que a arte tem este poder de abrir novos mundos e criar realidades novas dentro da mesma. Acreditamos que estas iniciativas vão surpreender-nos e trazer respostas valiosas”.

O projeto insere-se na visão de tornar Viseu uma comunidade amiga da demência, e contribuir para a normalização da vida das pessoas com Alzheimer e outras demências, bem como dos seus cuidadores.

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