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Só na reunião da Comissão Política Nacional do PSD haverá decisões públicas da direção sobre as propostas das listas de deputados das distritais e esta só se realizará na terça-feira. Até lá, muita água tem corrido e vai continuar a correr debaixo da ponte sobre quem são os candidatos, quem está a excluir quem e quem vai ter mais ou menos influência nas decisões. Isto, na semana depois das eleições diretas no partido que manteve Rui Rio como presidente.
A direção do PSD considerou existir “uma estratégia de afrontamento” por parte de algumas das distritais, entre elas Viseu (o presidente Pedro Alves apoiou Rangel), na elaboração das listas. Na Conversa Central desta semana à Rádio Jornal do Centro, Hugo Carvalho, apoiante de Rui Rio, lamentou não ter sido uma escolha da Distrital na lista que enviou para Lisboa quando o seu nome tinha sido proposto pela Concelhia.
Hugo Soares é atualmente membro da Assembleia Municipal de Viseu e foi eleito deputado pelo Círculo do Porto. Mudou, entretanto, a militância para Viseu, cidade de onde é natural.
Fonte da Distrital disse, entretanto, que não há leituras a fazer a esta decisão. Esclareceu que a Concelhia apresentou cinco nomes e lhe foi pedido para escolher apenas dois, para assim haver lugar para mais elementos de outras zonas do distrito. Por outro lado, lembra ainda a mesma fonte, Hugo Carvalho também não reúne todos os critérios de escolha, logo a começar com o facto de residir em Lisboa.
Se foi ou não escolha propositada ou estratégia, militantes sociais-democratas dizem estar convencidos de que Hugo Carvalho poderá ser a escolha do próprio Rui Rio que é quem indica os cabeça-de-lista.
E de Viseu para discussão na Comissão Política Nacional seguem os nomes de Pedro Alves e Sofia Mesquita (indicados pela Concelhia), Ana Cristina Pais, Ana Raquel Pinto, António Lima Costa e Telmo Antunes (já deputados), Bruno Rocha, Cláudia Damião, Cristiana Ferreia, Idália Ribeiro, Isabel Fernandes, José Luís Abrantes e Paulo Bito.
O prazo limite para a entrega da lista de deputados para as legislativas de 30 de janeiro termina em 20 de dezembro, um dia depois de terminar o Congresso do partido, que se realiza entre 17 e 19 em Lisboa.
De acordo com os estatutos do PSD, compete às comissões políticas distritais “propor à Comissão Política Nacional candidaturas à Assembleia da República, ouvidas as Assembleias Distritais e as Secções”.
À CPN, compete “aprovar os critérios para a elaboração das listas de deputados à Assembleia da República, nos termos do regulamento”, e ao Conselho Nacional aprovar as listas.
Além de um cronograma, a CPN aprovou também em meados de novembro esses critérios, em que atribui ao “presidente eleito” a responsabilidade de indicar os cabeças de lista em cada círculo eleitoral, num texto elaborado antes das diretas disputadas no sábado entre Rui Rio e Paulo Rangel.
Repetem-se praticamente todos os critérios aprovados para a elaboração das listas de 2019, incluindo a “concordância com a orientação estratégica da Comissão Política Nacional e disponibilidade para cooperar de forma politicamente leal e solidária”.