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“Estamos na altura de chamar o Mundo ao Douro”, assume presidente da Comunidade Intermunicipal

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26.11.22
fotografia: Jornal do Centro
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26.11.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 “Estamos na altura de chamar o Mundo ao Douro”, assume presidente da Comunidade Intermunicipal

O que tem este projeto, qual a sua importância e quando arranca?
O projeto resulta de uma candidatura que fizemos no âmbito da RECEVIN, entidade europeia que faz a gestão das cidades europeias do vinho. O Douro venceu pela sua dimensão, pela sua capacidade de mobilização e pelo projeto que é interessantíssimo. Isto implica um conjunto de iniciativas ao longo do ano de 2023 e nos 19 municípios, desde as feiras do vinho, a conferências e a mais de 40 outras atividades âncora. São 100 eventos, entre os âncora âncora e os outros complementares que têm sempre como chapéu a Cidade Europeia do Vinho. Por exemplo, a Festa da Castanha, em Sernancelhe, é um evento de grande dimensão que no próximo ano terá de ter um espaço dedicado à promoção e divulgação dos vinhos do Douro. É um evento paralelo que é uma forma de valorizar os territórios em termos turísticos, de valorizar e promover os vinhos quer do Douro quer do Távora e Varosa. É também uma forma de valorizar e promover ainda mais alguns dos eventos que já realizamos e é uma forma de termos turísticos termos uma região inteira interligada também atividades culturais. Com isto, estamos a criar uma agenda cultural que ficará para o futuro devidamente organizada para que não haja sobreposição de eventos. É uma grande oportunidade de mostrar este território que é o Douro ao Mundo. Se em tempos tivemos necessidade de levar o Douro lá fora, hoje estamos na altura de chamar o Mundo ao Douro.

Foi fácil a união dos 19 municípios neste projeto, tendo em conta que há uns mais ligados à marca Douro que outros?
Nós temos cerca de 22 mil viticultores no Douro. Temos muitas marcas de vinho. Somos uma região com uma dinâmica muito forte. Não foi difícil juntar os 19 municípios porque a CIM Douro tem mostrado, de alguns anos a esta parte, que é uma CIM coesa, unida. Não é o primeiro projeto que estamos a fazer em conjunto e o melhor exemplo é o projeto Passaporte do Douro. Esta candidatura para nós foi fácil e mostra bem o quanto esta CIM está naquilo que são os objetivos do futuro que é através da cultura e do turismo alavancar um conjunto de dinâmicas económicas para o território. O mais difícil foi conquistar o júri e agora temos esta grande responsabilidade que vamos levar a cabo com muitas iniciativas em que o Douro cada vez se assume mais como uma grande cidade e não 19 municípios.

Sendo um das regiões demarcadas mais antigas, porque é que o Mundo ainda não está no Douro?
Vamos lá ver uma coisa, o Mundo já está no Douro. Há uns bons anos o Douro vivia essencialmente do Vinho do Porto que era uma boa imagem de marca. Mas hoje o Douro é uma grande referência em toda a área dos vinhos. A questão da navegabilidade do rio trouxe milhares e milhares de turistas. Portanto, hoje o Douro é uma grande imagem de marca de Portugal em todo o Mundo. Mas o que eu digo é que temos de valorizar ainda mais. Tivemos, inicialmente, através do Vinho do Porto e não só, a necessidade de levar o nosso Douro lá fora. Atualmente, queremos que esse mundo venha cada vez mais ao Douro. Se hoje já somos uma grande referência queremos ser ainda mais com os nossos produtos endógenos.

O que fica destes milhares de turistas em concelhos como, por exemplo, Tabuaço ou até mesmo Sernancelhe ou Moimenta da Beira?
Ninguém faz turismo que não deixe dinheiro. O que estamos a tentar fazer é aumentar o número de noites no território. Temos de conseguir preencher o maior tempo possível dos turistas para não chegarem num dia e ir embora no outro. O que nós queremos é prolongar a estadia. Veja-se que o turismo no Douro tem aumentado significativamnete, cada vez mais o turismo de família, quem foge às massas, procura regiões do interior e o Douro tem estas características.
Nós só num dia, por exemplo, numa igreja em Sernancelhe tivemos 80 pessoas. Quando um pequeno concelho há uns anos tinha este número para visitar um monumento? Este é um sinal que vamos tendo dos resultados do que é trabalhar em grupo e unidos. Isto significa que há uma dinâmica diferente na região.
Agora, claro que a Régua ou Lamego tem mais gente mas na proporção nós temos tido um resultado positivo e o nosso objetivo é melhorar a nossa performance.

A CIM Douro compreende os concelhos de Alijó, Armamar, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Mesão Frio, Moimenta da Beira, Murça, Penedono, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço, Tarouca, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Coa e Vila Real.

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