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‘Reflexão profunda’ no PSD e CDS é o que une, afinal, os dois partidos

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 ‘Reflexão profunda’ no PSD e CDS é o que une, afinal, os dois partidos - Jornal do Centro
05.02.22
fotografia: Jornal do Centro
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 ‘Reflexão profunda’ no PSD e CDS é o que une, afinal, os dois partidos - Jornal do Centro
05.02.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 ‘Reflexão profunda’ no PSD e CDS é o que une, afinal, os dois partidos - Jornal do Centro

João Paulo Gouveia, presidente da Comissão Política Concelhia do PSD, e apoiante de Rui Rio, rejeita que a derrota social-democrata no concelho de Viseu esteja na escolha dos protagonistas da lista e diz que as críticas estão a ser atiradas para “o alvo errado”. O PS, no rescaldo dos resultados eleitorais de 30 de janeiro, venceu com 31,19 por cento da votação, enquanto que o PSD obteve 36,60 por cento. A separá-los, 1357 votos.

Há quem diga, mesmo dentro do PSD, que a escolha dos nomes a deputados (para a maioria desconhecidos) foi uma das razões para os resultados menos positivos , frisando tratar-se de uma derrota para a Concelhia liderada pelo também vice-presidente da autarquia. Mas, João Paulo Gouveia lembra que a responsabilidade da escolha dos membros da lista é da Distrital e da Nacional.

Para o social-democrata, agora é hora de “uma reflexão” no partido, admitindo que Rui Rio já não reúne as melhores condições para ser o presidente do PSD. “Sem precipitações, deve despoletar-se a partir de agora todos os procedimentos para um novo líder”, apela.

Também o presidente da concelhia de Viseu do CDS e vice-presidente da nacional dos centristas defende que o partido deve fazer uma reflexão sobre o desaire eleitoral do último domingo. O CDS abandonou o parlamento e no distrito passou a sexta força política. Perdeu mais de 6.600 votos. Paulo Duarte assume que os resultados eleitorais foram maus, mas diz que a responsabilidade tem de ser “partilhada”.

“Este é o resultado de um declínio eleitoral que já se verificava quase desde 2011. Em Viseu, o maior declínio foi em 2017 quando perdemos o vereador e, depois, em 2019 quando perdemos o deputado na Assembleia da República. Há responsabilidades da atual direção, mas devem também ser partilhadas porque já vêem de trás”, frisa.
Paulo Duarte não revela se se demite da direção nacional do CDS como fez o presidente do partido Francisco Rodrigues dos Santos, mas admite que é necessária uma reflexão “profunda” no partido. Contados os votos, o centrista garante que, “serenamente”, o CDS continuará a existir, mas tem que pensar no seu futuro. Paulo Duarte defende ainda que chegou a hora de unir e não desunir como aconteceu nos últimos dois anos.

Os resultados

E do rescaldo da noite eleitoral, PS e PSD conseguiram eleger quatro deputados cada no distrito de Viseu, tal como tinha acontecido em 2019, mas os socialistas é que comemoraram a vitória.
O PS, que voltou a apostar em João Azevedo para encabeçar a lista, obteve 41,55% dos votos, enquanto o PSD conseguiu 36,79%, num distrito que ganhou o epíteto de “cavaquistão” devido às maiorias absolutas conseguidas no tempo de Cavaco Silva.

Desde 1976, esta é a segunda vez que o PS vence no círculo eleitoral de Viseu. Este partido tinha um único registo de vitória neste distrito, em 2005, quando alcançou 40,41% dos votos e quatro mandatos, tantos como o PSD, que conquistou 40,18% do eleitorado (com menos 495 votos), enquanto o CDS-PP elegeu um deputado, com 8,63% da votação.
João Azevedo (antigo presidente da Câmara de Mangualde e candidato do PS à presidência da Câmara de Viseu nas últimas autárquicas) estará acompanhado no parlamento por Lúcia Araújo Silva, José Rui Cruz e João Paulo Rebelo, exatamente os mesmos nomes que tinham sido eleitos nas legislativas de 2019.

Nos 24 concelhos de Viseu, o PS ganhou em 17, incluindo a capital de distrito, que é presidida pelo social-democrata Fernando Ruas. O PSD saiu vitorioso nos concelhos de Armamar, Castro Daire, Oliveira de Frades, Sátão, Sernancelhe, Tarouca e Vila Nova de Paiva.
Para estas eleições, o PSD apostou na mudança, com uma lista encabeçada por Hugo Carvalho, que era deputado da Assembleia da República desde 2019, pelo círculo do Porto. De fora ficou o líder distrital do PSD, Pedro Alves, que nas mais recentes diretas apoiou Paulo Rangel.
Além de Hugo Carvalho, o PSD terá na Assembleia da República a representar o distrito de Viseu António Guilherme Almeida, Cristiana Ferreira e Hugo Maravilha.

O Chega, que apresentou como cabeça-de-lista João Tilly (presidente da distrital de Viseu), conseguiu ser o terceiro partido mais votado (com 7,79% dos votos).
Desta forma, o BE, cuja lista era encabeçada por Manuela Antunes (que foi candidata à presidência da Câmara de Viseu), passou para quarto lugar (com 2,83% dos votos). Seguem-se a IL (2,53%), o CDS-PP (2,05%) e o PCP-PEV (1,62%).

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