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Rendas aumentaram cerca de 57 por cento no distrito de Viseu

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 Rendas aumentaram cerca de 57 por cento no distrito de Viseu - Jornal do Centro
03.09.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Rendas aumentaram cerca de 57 por cento no distrito de Viseu - Jornal do Centro
03.09.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Rendas aumentaram cerca de 57 por cento no distrito de Viseu - Jornal do Centro
Os preços do mercado imobiliário não têm parado de aumentar no distrito de Viseu, segundo revelam os últimos dados do portal Imovirtual, que indicam que a região continua entre as que mais sobem as rendas no espaço de um ano. Em agosto, as rendas em Viseu aumentaram 56,9% (por cento) para uma média de 667 euros em comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a renda média era de 425 euros. Uma subida que é superior à média nacional de cerca de 40% face a 2021. No entanto, a subida verificada no distrito é inferior em comparação com os distritos de Castelo Branco onde o valor da renda aumentou 100,8% dos 389 para os 781 euros, de Faro que teve um aumento de 69,8% dos 821 para os 1.394 euros e de Beja onde o preço do arrendamento aumentou 65,3% dos 473 para os 782 euros. As rendas em Viseu aumentaram 3,7% em comparação com julho deste ano, altura em que o preço médio de arrendamento rondava os 643 euros. As subidas significativas já se tinham verificados noutros meses como , quando Viseu teve uma subida de 64,7% em comparação com o mesmo mês de 2021. Nessa altura, a renda média no distrito era de 797 euros, enquanto que, em 2021, era de 484 euros. Já no mercado de venda, as casas foram ao mercado em agosto a um preço médio de 179.810 euros, mais 0,4% em comparação com o mês de julho. Face a agosto do ano passado, a subida foi ainda mais acentuada na ordem dos 2,4%, sendo que, em Viseu, o preço médio de venda em 2021 era de 175.571 euros. O distrito viseense tem um dos preços mais baratos no mercado de venda imobiliária. A região da Guarda cobra os imóveis mais baratos com um preço médio de 110.414 euros, seguido de Castelo Branco (121.449 euros), Portalegre (122.330 euros) e Beja (150.797 euros). A nível nacional, segundo a Imovirtual, o valor médio dos imóveis para arrendar subiu 7,2% em agosto em relação a julho, passando de 1.317 para 1.412 euros. Em agosto do ano anterior, a renda média fixava-se em 1.019 euros, o que representa um aumento anual de 38,6 por cento, ficando quase 400 euros mais cara. Portalegre (341 euros) e Bragança (461 euros) foram os distritos mais baratos para arrendar em agosto. Lisboa (1.804 euros), Faro (1.394 euros) e Porto (1.295 euros) mantêm-se como os distritos mais caros. O preço médio de venda anunciado manteve-se estável em agosto (+0,7%), face a julho, passando de 401.312 para 403.935 euros. Em comparação com o período homólogo de 2021, que registava um valor médio de venda de 365.264 euros, há um aumento de 10,6%, sendo que as habitações ficaram 38,7 mil euros mais caras em média nacional. Guarda (110.414 euros) e Castelo Branco (121.449 euros) foram os distritos mais baratos para comprar casa em agosto. Os mais caros mantêm-se Lisboa (643.450 euros) e Faro (566.806 euros).
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