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O presidente da Câmara de Mangualde, Marco Almeida entende que requalificar a Linha da Beira Alta “é um investimento fulcral para o concelho”. Declarações prestadas na visita que o autarca fez às obras que já estão a decorrer. As obras deverão custar meio milhão de euros e preveem requalificar 160 quilómetros do traçado ferroviário. Um investimento que, na opinião do presidente da Câmara de Mangualde “reforça o posicionamento estratégico do território e promove a mobilidade territorial”.
Durante visita às obras de requalificação da Linha da Beira Alta, que começou nos estaleiros Mota-Engil em Abrunhosa-a-Velha, o autarca visitou as obras no túnel de Mourilhe e a nova ponte do novo traçado ferroviário, na zona de Abrunhosa-a-Velha. Ao lado de Marco Almeida estiveram os presidentes de Câmara de Trancoso, Fornos de Algodres, Guarda, Gouveia, Pinhel e Celorico da Beira.
A Infraestruturas de Portugal considera que estes trabalhos de modernização da linha revestem-se “de elevada importância, disponibilizando às empresas e passageiros um transporte ferroviário mais eficiente nas ligações ferroviárias inter-regionais bem como na ligação a Espanha e restante Europa”
A intervenção no terreno prevê a “melhoria das condições de mobilidade e acesso dos passageiros, através da remodelação das diversas estações e apeadeiros, incluindo o alteamento, alargamento e o prolongamento de plataformas”. Com os trabalhos pretende-se reduzir os tempos de percurso, reforçar a segurança, aumentar a capacidade de circulação de comboios e a requalificação e supressão de todas as passagens de nível.
A Infraestruturas de Portugal reforça que a Linha da Beira Alta, depois das obras, ficará “dotada com os mais modernos equipamentos de controlo, sinalização e telecomunicações», sendo também «ambientalmente mais sustentável”.