Weathered stone chapel with arched doorway and red-tiled roof, in a sunny courtyard.
Panel discussion at a charity/event inside a fire station, with a red fire truck behind and banners on the table centerpiece.
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A sunny riverside beach with people sunbathing under straw umbrellas on a sandy shore, next to a calm green river framed by forested hills.
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Residência Rainha D. Leonor em Viseu comemora 30 anos a pensar no futuro

Public safety poster featuring a man in a plaid shirt; text reads 'A PREVENÇÃO COMEÇA EM SI. SAIBA COMO SE PROTEGER DOS INCÊNDIOS' with logos at the bottom.
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Poster featuring a young woman with bold white text: 'A prevenção começa em si. Prepare-se e proteja-se dos incêndios rurais.' Promotes rural fire safety with logos at the bottom.
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 Residência Rainha D. Leonor em Viseu comemora 30 anos a pensar no futuro

A Residência Rainha D. Leonor, em Viseu, vai assinalar esta quinta-feira (2 de maio) os 30 anos, com várias iniciativas e a pensar no futuro, com a apresentação de novos projetos. O aniversário é comemorado no dia do nascimento da Rainha D. Leonor, a patrona do lar.

O programa começa às 14h15 com a receção ao bispo de Viseu, D. António Luciano, e aos convidados, seguindo-se a missa presidida pelo prelado às 14h30. Ainda no aniversário, será apresentado a partir das 15h45 um livro sobre a Rainha D. Leonor e as exposições “Armindo Viseu” e “Penteados Africanos”.

O evento irá ainda homenagear os provedores, direção, funcionários, utentes e familiares e é “um momento de encontro e de convívio depois de anos bastante complicados tendo em conta a pandemia”, como explicou o coordenador do lar, José Pedro Gomes.

“Há 30 anos, este era um projeto do então provedor, o engenheiro Engrácia Carrilho, e vamos aproveitar para relembrar muito isso na quinta-feira porque foi um projeto muito à frente do seu tempo, que foi desenvolvido por ele e que aconteceu e se concretizou e nós não podemos esquecer isso”, recorda.

A residência tem uma capacidade para 150 utentes e a procura tem sido muita. Neste 30º aniversário, o responsável diz que é preciso pensar no futuro e que estão a ser preparados alguns projetos para melhorar a estrutura.

José Pedro Gomes revela que são três os projetos. Um estará ligado à eficiência energética, “aproveitando as nossas instalações que são muito grandes e o espaço envolvente, pelo que precisamos de revolucionar a residência também por aí”.

“É uma urgência e um projeto imediato. Já fizemos a candidatura, que está aprovada”, adianta. A residência também vai renovar os seus quartos e suites para “continuarmos a estar à frente nos cuidados a idosos”, acrescenta.

“Em terceiro lugar, aproveitando também a área envolvente, temos agora a ideia de criar uma zona mais ativa e desportiva e estamos a desenvolver parcerias estratégicas com algumas entidades que nos vão ajudar a criar essa zona”, revela ainda José Pedro Gomes.

O coordenador diz que mais de 60 por cento dos utentes da residência são mulheres e mais de 70 por cento dos seniores têm “algum nível de dependência ou pouca autonomia”.

“Temos começado a sentir isso nos últimos anos e os utentes que nos chegam são pessoas que já precisam de um grande apoio. Há muitos anos que não era bem assim e isso cria-nos vários desafios em termos de recursos humanos e de custos”, refere.

O gestor acrescenta que o lar – aberto em 1994 – tem registado uma elevada procura, dado que a residência “já é reconhecida há vários anos e tem a sua marca”. “Todas as pessoas reconhecem os nossos serviços e, de facto, a procura tem sido imensa. E há um conjunto de oportunidades que podemos desenvolver no futuro e percebemos isso porque já não conseguimos dar resposta à procura”, sublinha.

José Pedro Gomes realça ainda o contributo deixado pela Residência Rainha D. Leonor ao longo dos anos, cumprindo “o seu papel na economia social” e não só.

“A residência também é conhecida por ir muito além disso, porque prestou muitos cuidados de saúde, sempre com médicos e enfermeiros durante toda a semana e o serviço de psicologia. Acho que cumprimos mais do que aquilo que era o nosso dever e queremos continuar a estar assim no futuro, inovando nos cuidados e desenvolvendo cada vez mais parcerias”, explica.

A vertente cultural é outra das áreas em que a instituição pretende apostar, com a realização de “exposições culturais”. “Uma delas será sobre Armindo Ribeiro, conhecido por Armindo Viseu. A ideia é que essas iniciativas se tornem um hábito”, frisou.

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