No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…
Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….
As empresas de alojamento e restauração de Viseu cancelaram cerca de metade das reservas devido ao anúncio de medidas restritivas que vigoraram até à época festiva do Natal e do Ano Novo.
As quebras preocupam a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, que pede novos apoios às empresas do setor.
Em declarações ao Jornal do Centro, o presidente da delegação de Viseu da AHRESP, Jorge Loureiro, diz que os cancelamentos rondaram à volta dos 50 a 60 por cento na restauração e entre os 45 e 55 por cento no alojamento.
“Ao nível da faturação, as empresas que sondámos apresentam quebras de 45 a 55 por cento na restauração e entre os 40 e os 45 por cento no alojamento”, acrescenta.
A AHRESP realizou em todo o país um inquérito para saber qual o impacto que restrições como a obrigatoriedade de apresentação de certificado digital de vacinação para a restauração e o alojamento e a apresentação de testes para aceder a bares e discotecas tiveram para ambos os ramos.
Jorge Loureiro lamenta a introdução destas medidas numa altura em que, frisa, o setor já estava a recuperar. Agora, para compensar as perdas registadas, o dirigente da AHRESP defende o regresso de novos apoios às empresas que terminaram no último verão.
“A nossa preocupação é grande. Continuamos a alertar e a reforçar ao Governo que coloque de novo apoios às empresas. É preciso fazer chegar apoios para a tesouraria a fundo perdido, mas também outros apoios para rendas, lay-off e proteção ao emprego. A não acontecer, vamos ter um inverno muito duro”, diz.
Em todo o país, segundo a AHRESP, durante o último Natal e fim de ano, 47 por cento das empresas de restauração e 42 por cento das do alojamento registaram cancelamentos em mais de metade das reservas que tinham confirmadas.