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O vice-presidente da Associação da hotelaria, restauração e similares de Portugal (AHRESP) pediu esta tarde mais apoios às empresas do setor turístico. Jorge Loureiro entende que “não podemos ter ilusão de que, depois desta bolha toda em que vivemos, está tudo resolvido e que em três meses fomos capazes de amortizar dois anos desgraçados que tivemos nas nossas organizações”.
O responsável referiu que a AHRESP escreveu um conjunto de 25 propostas que poderão ser respostas para a crise num setor que está a “viver um grande momento”. “Somos uma associação de propostas, não fazemos alertas só por fazer. As nossas tesourarias ainda precisam de ser tratadas porque o nível de exigência a que estão expostas depois de uma boa bolha nestes meses de verão, que ainda não suporta todas as responsabilidades que fomos acumulando nos últimos dois anos e meio”, assinalou.
O responsável diz ter sinalizado “como muito positivo o que já foi anunciado”, mas refere que o pacote de medidas “peca por duas insuficiências: não é direcionado para a dimensão empresarial e apela ao endividamento”. “Se encontrarmos uma solução para, de uma forma mais transitória, suspendermos ou reduzirmos a TSU temos uma forma de ajudar as tesourarias das empresas”, sugeriu Jorge Loureiro.
A apresentação do programa foi presidida pela Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, que destacou a resiliência do setor da restauração e deu os parabéns pelos projetos apresentados. “Quero deixar uma palavra de alento para os empresários da restauração, que têm sido um pilar da recuperação operada, dinamizando toda a atividade económica. A oportunidade destes programas é mais uma boa desculpa para continuar a fazer bem feito. O que queremos é o melhor e para isso para temos que continuar a servir bem”, afirmou.
Na sessão marcou presença Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, estamos na presença de uma iniciativa que representa um “triângulo virtuoso”. “Restruturação de produto, capacitação de empresários e valor. Também o enoturismo e os serviços associados ao vinho têm que redundar num produto final com aumento de perceção de qualidade e, por consequência, do preço e do valor. Somos conhecidos por sermos simpáticos e hospitaleiros, mas também temos que ser associados à qualidade e promover a sustentabilidade do negócio”, explicou.
Também Fernando Ruas usou da palavra. O presidente da CIM Viseu Dão Lafões, entende que o “programa ‘Best Wine Selection’ é uma oportunidade ímpar para os restaurantes da região Viseu Dão Lafões se distinguirem pela qualidade dos produtos que oferecem aos clientes”. O também autarca de Viseu referiu que “o caminho é aproveitarmos o que temos em comum” e elogia as parcerias realizadas. Nuno Martinho, Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, destacou a capacidade da região Viseu Dão Lafões em lançar mais uma iniciativa de valorização do território, integrando as valências dos diversos parceiros envolvidos.
Já o Presidente da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão, Arlindo Cunha, que também representou a ViniPortugal no evento, mostrou o seu entusiasmo com esta iniciativa de valorização da Rota dos Vinhos do Dão. “Este é um instrumento crucial para alargar a capacitação do serviço de enoturismo na Rota dos Vinhos do Dão. Temos já alguma oferta de excelência, mas estamos a dar os primeiros passos para estendê-la a outros operadores. Temos um potencial fabuloso para explorar. Parabéns pelo projeto do qual somos entusiasticamente parceiros”.
Nesta sessão que juntou o presidente e secretário executivo da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu-Dão Lafões, Fernando Ruas e Nuno Martinho, respetivamente, secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, vice-presidente da AHRESP, Jorge Loureiro, presidente da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão, Arlindo Cunha e presidente do Turismo do Centro, Pedro Machado, foi apresentado o programa “Best Wine Selection”.
Uma iniciativa da CIM Viseu Dão Lafões, em parceria com a AHRESP, Turismo Centro de Portugal, CVRD e Vini Portugal, que quer valorizar os vinhos do Dão enquanto produto turístico procurando que o néctar entre nas cartas de vinhos de mais restaurantes e hotéis da região. Quem quiser aderir a este programa já tem de integrar uma outra rede, a Seleção Gastronomia e Vinhos.
O objetivo, esclareceu-se nesta sessão, é, entre outros, o de dar formação aos profissionais da restauração e hotelaria que adiram ao programa para gerar valor a partir do vinho. Com esta iniciativa, os restaurantes da região Viseu Dão Lafões vão poder exibir um novo selo de qualidade, o “Best Wine Selection”, que atesta a excelência do serviço prestado no domínio dos vinhos do Dão. Promover a oferta vitivinícola da região, incentivar o consumo de produtos regionais e qualificados, impulsionar as empresas de restauração e alojamento que integrem o programa e atrair turistas, consumidores e visitantes são objetivos complementares.