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Seca: Reutilizar água é uma boa opção, mas é preciso condições

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 Seca: Reutilizar água é uma boa opção, mas é preciso condições - Jornal do Centro
10.09.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Seca: Reutilizar água é uma boa opção, mas é preciso condições - Jornal do Centro
10.09.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Seca: Reutilizar água é uma boa opção, mas é preciso condições - Jornal do Centro

Com a escassez de água em muitas regiões, os municípios vão arranjando soluções para minimizar o impacto falta deste recurso, a reutilização de águas residuais é uma delas, mas há quem acredite que não pode ser encarado como solução, mas sim como uma opção.

No concelho de Viseu, por exemplo, a reutilização da água já está a ser posta em prática nomeadamente para rega de rotundas e separadores de estrada. Baila Antunes, professor na área do ambiente, no Instituto Politécnico de Viseu (IPV), fala numa boa medida, mas alerta para a necessidade de serem encontradas soluções.

“Nos moldes em que está a ser feita é uma panaceia muito ligeira, porque nós para termos a reutilização a sério da água residual em Viseu teríamos que criar outro tipo de condições. Em situações de seca extrema é uma hipótese para essas duas funções, mas para uma reutilização mais a sério, teríamos que pensar em outros moldes, que envolveriam o ‘upgrade’ da ETAR e, eventualmente, reconduzir a água para o centro de Viseu”, disse.

Baila Antunes lembra que o concelho tem “como ponto de partida uma boa ETAR, uma das melhores do país”, mas, ainda assim, seria necessário “um upgrade para poder ser usada a água em fins mais nobres”. Até lá, e apesar de ter “custos muito grandes, porque a ETAR fica longe e tem que ser camião a camião, pode ser usada para lavagem de ruas e rega de espaços verdes”. A ETAR que o docente destaca é a de Fagilde que atualmente está com 78 por cento da capacidade.

Para que a reutilização possa ser feita “a sério” e para que se garanta um maior armazenamento, Baila Antunes garante que é preciso requalificar a barragem de Fagilde. “Se tivermos uma barragem em Fagilde devidamente reconstruída e ampliada, não vamos necessitar de investimentos que tragam a água com sistemas de bombeamento, porque vamos ter armazenamento de água. Atualmente temos para menos de um ano, mais ou menos 200 dias. Se tivermos uma barragem ampliada vamos ter mais de um ano de resiliência, aguentamos secas muito maiores até daquela que estamos a viver”, disse.

Baila Antunes acredita que, assim, se garantem melhores resultados e que acarretam menos custos. “A grande questão é investir forte no armazenamento de água, com a construção da barragem de Fagilde, com, provavelmente, ligação a outro sistema, a Balsemão, na zona de Lamego, por exemplo. E, assim temos armazenamento e não temos que estar a reutilizar a água da ETAR que ficará muito caro, sobretudo no transporte. Seja com camiões, seja com um investimento enorme para trazer a ligação direta à cidade”.

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