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Seis concelhos da região vão ter espaços de coworking

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 Seis concelhos da região vão ter espaços de coworking - Jornal do Centro
27.04.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Seis concelhos da região vão ter espaços de coworking - Jornal do Centro
27.04.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Seis concelhos da região vão ter espaços de coworking - Jornal do Centro

Vouzela, Sátão, Santa Comba Dão, Carregal do Sal, Aguiar da Beira e Cinfães fazem parte dos concelhos que vão integrar a rede “Teletrabalho no Interior. Vida Local, Trabalho Global”, que pretende criar espaços de coworking em concelhos do interior.

A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, vai assinar esta sexta-feira (30 de abril) em Vouzela os acordos de cooperação para a região Centro. A assinatura decorrerá no Cineteatro João Ribeiro às 9h30.

A iniciativa vai ser lançada esta semana pelo Ministério da Coesão Territorial e pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Em comunicado, o Governo refere que a criação dos novos espaços de coworking no interior, prevista no Programa de Estabilização Económica e Social, “vai contribuir para a dinamização dos territórios do interior, facilitando a fixação e atração de pessoas e empresas, diminuindo a necessidade de deslocações e a consequente pegada carbónica e melhorando a qualidade de vida das populações do Interior, ao promover a conciliação entre vida profissional e familiar”.

Nesta primeira fase, vão ser abertos 53 espaços até ao final de junho. Só na região Centro, serão abertos 23. As autarquias serão responsáveis pela divulgação com vista a disponibilizar toda a informação e visitas virtuais.

“Os espaços, disponibilizados pelas autarquias, vão estar devidamente equipados com computadores, impressoras e acesso à internet e vão ser divididos em áreas de diferentes tipologias, de forma a disporem de bancadas livres para diferentes períodos de ocupação, zonas privadas para videochamadas, áreas para reuniões e locais para a realização de apresentações ou ações de formação. Vão localizar-se em espaços centrais, próximos de serviços, espaços culturais ou destinados à prática de desporto”, explica o Governo.

Segundo a tutela, as comissões de coordenação e desenvolvimento regional já se comprometeram para “considerar a disponibilização de fundos europeus para, quando necessário, apoiar a contratação e a mobilidade de trabalhadores e comparticipar a adaptação física destes espaços, mas também a aquisição de mobiliário ou equipamento informático”.

O Governo acredita que o teletrabalho e o coworking “assumem particular importância para os territórios do interior na redução da assimetria geográfica de ofertas profissionais, democratizando as oportunidades entre as regiões de elevada densidade populacional e as de menor densidade”.

Um dos objetivos da nova rede passa por “incentivar a fixação de pessoas no interior do país e promover a partilha de experiências e ideias entre trabalhadores de vários contextos e origens”.

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