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Stop anuncia greve de profissionais da educação para esta sexta-feira

Paralisação foi convocada para exigir a valorização dos trabalhadores das escolas

Campanha Vamos Lixar o Lixo da APA com monumento feito de resíduos, alerta para cerca de 3 milhões de toneladas de lixo em aterros e apelo a separar o lixo antes que o futuro se lixe.
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 Adruzilo Lopes vence Rali de Mortágua
14.11.24
fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
Campanha Vamos Lixar o Lixo da APA com monumento feito de resíduos, alerta para cerca de 3 milhões de toneladas de lixo em aterros e apelo a separar o lixo antes que o futuro se lixe.
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 Stop anuncia greve de profissionais da educação para esta sexta-feira

O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) anunciou a realização de uma greve nacional de professores e não docentes esta sexta-feira (15 de novembro) para exigir a valorização dos trabalhadores das escolas.

O pré-aviso de greve abrange “todos os profissionais da educação”, desde assistentes técnicos e operacionais, docentes, técnicos superiores e especializados, “que exerçam a sua atividade profissional no setor da educação, da investigação científica e da formação profissional, e do Ensino Superior”.

A paralisação foi convocada pelo Stop para assinalar a “importância e a necessidade urgente em valorizar e dignificar todos os profissionais da educação”.

Em concreto, defendem aumentos salariais num valor mínimo de 120 euros, uma avaliação “justa e sem quotas”, o direito à formação gratuita e em horário laboral, uma “gestão escolar democrática”, com a eleição do diretor e coordenações por todos os trabalhadores da escola e a possibilidade de acesso de todos à Caixa Geral de Aposentações.

Na greve de sexta-feira, o Stop insiste também no fim do processo de municipalização na educação, que diz potenciar assimetrias regionais no acesso à educação e ser prejudicial para os assistentes operacionais.

As condições de trabalho dos assistentes operacionais são particularmente destacadas no pré-aviso, em que o sindicato reivindica a diferenciação salarial em função da antiguidade e a “diminuição significativa” do rácio de alunos por assistente operacional.

Defende ainda a criação de uma carreira especifica, argumentando que a carreira de assistente operacional é “demasiado abrangente”, tendo em conta a especificidade das tarefas exercidas pelos trabalhadores das escolas.

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