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Man in a suit standing and presenting to a panel of five seated people at a conference.
Bearded man in a beige robe stands on a tall wooden post structure, performing before a large outdoor audience.
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A sunny riverside beach with people sunbathing under straw umbrellas on a sandy shore, next to a calm green river framed by forested hills.
Home » Notícias » Diário » “Trabalhei em áreas onde as pessoas não querem saber nem de esquerda nem de direita, mas sim se vão ter um prato na mesa”

“Trabalhei em áreas onde as pessoas não querem saber nem de esquerda nem de direita, mas sim se vão ter um prato na mesa”

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 Académico de Viseu perde na estreia de Jorge Costa
28.01.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Académico de Viseu perde na estreia de Jorge Costa
28.01.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 “Trabalhei em áreas onde as pessoas não querem saber nem de esquerda nem de direita, mas sim se vão ter um prato na mesa”

Faz sentido reduzir número de deputados ou alterar a constituição no que diz respeito à representatividade? Será mais complicado para partidos mais pequenos ou uma oportunidade para o reforço da voz do Interior?
Em relação aos círculos eleitorais, o partido defende que se deve manter o número de deputados, em 180, mas que se deve reduzir o número de círculos eleitorais. Isto é com base nas informações que nós temos de os 22 círculos eleitorais atuais permitirem que mais de 500 mil votos não sejam aproveitados. Se os círculos eleitorais fossem reduzidos para 10, esses 500 mil votos já seriam aproveitados, existindo uma maior representatividade destas zonas, porque normalmente estes problemas não acontecem tanto nas áreas metropolitanas. Como facto, Lisboa elege mais deputados do que todos os distritos do Interior. É daí que vem a nossa proposta.

Depois da descentralização com mais ou menos aceitação por parte das autarquias, a regionalização é agora assunto para esta legislatura?
A descentralização também carece de regionalização. Não pode estar tudo demasiado pulverizado. No entanto, as pessoas também têm de ter um acesso simplificado às coisas. Em Lisboa e Porto, nos serviços de saúde por exemplo está a ser aqui criado um certo classicismo. Nós para estarmos em Viseu temos de ter o acesso às oportunidades que quem é das outras cidades tem e não estar continuamente a expulsar as pessoas.

(Ler mais na edição impressa desta sexta-feira do Jornal do Centro)

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