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Só neste mês de dezembro, registaram-se na região de Viseu quatro acidentes com tratores agrícolas, um deles com uma vítima mortal.
Segundo dados da Guarda Nacional Republicana, até novembro já tinham sido contabilizados 37 acidentes, um deles com uma vítima mortal. Assim, desde o início do ano, os tratores agrícolas já provocaram 41 acidentes e mataram duas pessoas.
O acidente mais recente foi esta semana, na quinta-feira (23 de dezembro), quando o reboque do trator capotou, numa quinta em São João da Pesqueira, tendo feito cinco feridos ligeiros e dois feridos graves. Na semana anterior (18 de dezembro), um homem de 64 anos perdeu a vida, em Ribafeita, no concelho de Viseu, ao ser atropelado pelo próprio trator, depois de este se ter destravado. A vítima acabou por morrer no local.
A região de Viseu continua a ser uma das mais afetadas por acidentes a envolver tratores agrícolas. Ainda assim, para já, e analisando os últimos 10 anos, este não é o que apresenta a maior sinistralidade com estes veículos. No ano passado contabilizaram-se 48 incidentes, mas apenas uma vitima mortal. O ano de 2018 foi o pior em termos de mortes, já que se registaram 10 óbitos.
Tendo em conta o número de acidentes que envolvem veículos agrícolas, a GNR tem levado a cabo diversas ações de sensibilização dirigidas aos utilizadores de tratores e máquinas agrícolas, sobretudo no âmbito da operação campo seguro, com o objetivo de os aconselhar para o cumprimento das regras de segurança a ter em consideração neste tipo de veículos.
O Tenente Coronel Adriano Resende, oficial de relações públicas, destaca alguns conselhos. “A manutenção do veículo é fundamental, assim como as estruturas de proteção, como o arco de “Santo António”, que podem evitar a morte do condutor ou reduzir a gravidade dos ferimentos”, e que passou a ser obrigatório desde o início do ano, frisa.
O responsável lembra a importância do uso dos “acessórios de iluminação e sinalização, de acordo com a lei e que não se conduza sob o efeito de álcool, fadiga ou com excesso de velocidade”. E para que se “respeite os limites do trator e não se sobrecarregue o veículo nem se transporte passageiros “à pendura”.