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Treinador de Tondela admite “jogo difícil” em casa do Arouca

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 Treinador de Tondela admite “jogo difícil” em casa do Arouca - Jornal do Centro
28.10.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Treinador de Tondela admite “jogo difícil” em casa do Arouca - Jornal do Centro
28.10.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Treinador de Tondela admite “jogo difícil” em casa do Arouca - Jornal do Centro

O treinador do Tondela, Pako Ayestarán, disse esperar um desafio difícil em casa do Arouca, na 10.ª jornada da I Liga de futebol, e mostrou-se satisfeito com o desempenho nos treinos dos seus atletas.
Para o treinador, os jogadores do Arouca, “nos momentos em que estão em desvantagem em jogo, são muito agressivos e muito pró-ativos e no ataque criam muitas dificuldades”, e que, por isso, “foram capazes de empatar em jogos que estavam a perder, de marcar golos nos 80, 90 e 94 minutos, porque continuam a acreditar”.

O técnico principal disse aos jornalistas, na antevisão ao jogo com o Arouca, marcado para sexta-feira, pelas 20:15, no Municipal de Arouca, que espera “um jogo difícil”, frente a “uma equipa que tem tido resultados que não representam o nível do plantel e do jogo”.
“Praticamente em todas as partidas criaram dificuldades ao adversário. Uma equipa como o Arouca é muito pró-ativa, que faz as coisas acontecer no campo. Só em três jogos, frente a Sporting, Benfica e FC Porto é que não tiveram mais posse de bola”, contabilizou.

Em relação à sua equipa, o técnico espanhol disse que “tem de ser fiel aos seus princípios e ser muito consciente que o jogo será muito difícil”, por isso, tem de “estar preparada para tudo” e, “o mais importante, tem de manter a competitividade”.
“Trato de não olhar para o passado para preparar o futuro. O futuro depende do que fizermos hoje e em cada dia e estou muito contente pela forma como a equipa treinou durante a semana, a intensidade, a concentração, ninguém baixou os braços e isso é o mais importante”, admitiu.

Esta semana seguiu-se à derrota por 3-1 com o FC Porto, em casa, na última jornada, mas Pako Ayestarán disse que incute nos seus atletas que a reação a uma derrota “não pode demorar mais do que 24 horas”.
“A partir daí há que levantar a cabeça, vir com um sorriso na cara e continuar a trabalhar, porque estamos longe de terminar [o campeonato] e temos de estar conscientes de que o que estamos a fazer hoje servirá para o jogo seguinte e para os outros depois”, afirmou.

Com o objetivo “sempre na vitória”, o técnico ‘auriverde’ defendeu que antes de iniciar um jogo a primeira coisa a pensar é que “mais do que ganhar” a equipa tem de “fazer o possível para ter possibilidades de ganhar”.
O Tondela, com nove pontos e na 11.ª posição, vai ao Estádio Municipal de Arouca, pelas 20:15 de sexta-feira, enfrentar o Arouca, que conta com seis pontos e está no 15.º lugar, num jogo que abre a 10.ª jornada da I Liga e com arbitragem de Luís Godinho, da associação de Évora.

Já para Armando Evangelista, o Arouca é um “clube de trabalho e não de estrelas” que precisa de momentos de “autoconfiança” para conquistar pontos. O treinador negou haver “motivos para alarme” antes da receção ao Tondela para a I Liga.
Apesar dos sete jogos consecutivos sem vencer – seis para o campeonato –, o técnico de 47 anos defendeu a equipa depois de ter feito o “um dos melhores jogos” da época com o Paços de Ferreira (empate 0-0) na jornada anterior, um resultado que é “curto para o que foi produzido”, em que o guarda-redes pacense foi o melhor em campo e num terreno em que o Tottenham perdeu esta temporada.

“Temos mostrado consistência defensiva, temos mostrado evolução no processo de jogo. Construímos um plantel devagarinho e há muito pouco tempo acabamos por ter um plantel fechado e com algumas lacunas. Estamos a fazer o nosso trajeto. Não vejo motivos nem para alarme, nem para preocupações, quando os sinais que a equipa está a dar – para aqueles que olham para o jogo com olhos de ver – são evidentes”, afirmou.
Sobre o Tondela, Armando Evangelista destacou o trabalho de Pako Ayestarán no comando técnico, as “ideias de jogo bem assimiladas, o “equilíbrio” e a simbiose entre os elementos em campo que “sabem exatamente as tarefas que têm pela frente e as tarefas dos colegas”.

“É uma equipa muito forte em transições, tem dois jogadores muito rápidos que sabem ocupar bem os espaços, o [Jhon] Murilo e o [Salvador] Agra. Nós gostamos de ter bola, por isso é importante a agressividade após a perda de bola para não deixar o Tondela sair em transições e nunca desfazer o equilíbrio defensivo. Porque uma vez que se desfaça, pode ser a morte do artista”, perspetivou.

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