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Três percursos pedestres para fazer no verão

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 Três percursos pedestres para fazer no verão - Jornal do Centro
14.07.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Três percursos pedestres para fazer no verão - Jornal do Centro
14.07.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Três percursos pedestres para fazer no verão - Jornal do Centro

Percurso Pedestre de Cambarinho em Vouzela
Localizada em Vouzela, a Reserva Botânica de Cambarinho, criada em 1971, tem um percurso que permite descobrir parte dos 24 hectares que a compõem. O Rododendro, conhecido localmente como Loendro, surge ao longo dos cursos de água ou nos solos húmidos das encostas onde existem nascentes de água subterrâneas.
O período de floração acontece entre o final de abril e junho, sendo esta a época ideal para fazer o percurso. As flores ganham uma cor rosa vibrante que tomam conta do local, conferindo-lhe uma atmosfera sensitiva única. São os cheiros e a moldura visual a invadirem os sentidos dos visitantes.
Com partida e chegada em Cambarinho, este percurso circular de 2,8Km, de interpretação ambiental, permite ainda observar outras espécies arbóreas, como o pinheiro-bravo, o carvalho-alvarinho, o carvalho-negral e, junto às linhas de água, o amieiro. Ao nível florístico, existe a raríssima Veronica micrantha. Já ao nível faunístico, pode-se encontrar a salamandra-lusitânica, o lagarto-de-água, o sapo-parteiro-comum, a rã-de-focinho-pontiagudo ou a rã-ibérica.
O Rododendro é uma planta que vive espontaneamente apenas na Península Ibérica. Em Portugal, desenvolve-se em dois núcleos, um na Serra do Caramulo e outro na Serra de Monchique. O nome científico, Rhododendron, tem origem no grego rodon (rosa) e dendron (árvore), por causa do seu período de floração em que se assemelha a uma roseira grande.

Rota da Ribeira de Várzea em Viseu
A Rota da Ribeira de Várzea em Calde, em Viseu, é um percurso de pequena rota, de caminhada fácil com pontos de interesse de âmbito paisagístico, patrimonial, histórico/ cultural, ambiental e desportivo.
O percurso circular de 8,8Km inicia-se na aldeia de Várzea próximo de um conjunto de 86 poldras que, no passado, terão permitido atravessar o rio, ligando as povoações de Várzea e de Sanguinhedo de Maçãs.
Ao longo da Ribeira de Várzea existem diversos moinhos que merecem uma visita. No local designado por Senhor da Agonia encontra-se uma capelinha com a mesma designação, com a imagem de Cristo e caveira aos pés, e uma “alminha”.
A rota segue, passando pela Barragem de Várzea de Calde, construída em 2000, um recurso hídrico que veio favorecer a rega dos campos agrícolas, assim como o abastecimento das aldeias vizinhas.
Muito próximo de um núcleo de espigueiros, no local designado por Pedra Malhadora existe uma Lagareta com uma grande dimensão que terá servido para a produção de azeite, vinho e bagaço.
O Museu do Linho que, outrora, foi uma casa de lavoura tradicional com lagar medieval, forno e adega, é o ponto de paragem obrigatório para quem faz esta rota.
Muito próximo do museu encontra-se a Capela de São Francisco, datada do século XVIII, de construção em granito amarelo típico da região, cujo destaque é o conjunto de pinturas no teto alusivas à vida de Cristo.

Rota dos Moinhos em Tondela
Na paisagem da Serra do Caramulo existe um percurso circular de 5,2Km que dá pelo nome de Rota dos Moinhos.
O ponto de partida da caminhada é o Centro de Acolhimento da Aldeia de Souto Bom. Os primeiros metros são percorridos na estrada principal até à entrada na calçada, a partir de onde, surgem os primeiros campos agrícolas delimitados por muros de pedra.
O percurso continua por entre os caminhos florestais de carvalhos e castanheiros pontilhado pelas muitas nascentes, minas de água, represas e ribeiras.
Segue-se uma pequena ponte pedonal sobre a Ribeira da Fraga, envolta numa luxuriante vegetação, local de onde se começam a avistar as pequenas parcelas em socalcos que vencem e disfarçam o declive. Daqui, também já se observa o núcleo original de Souto Bom com o seu conjunto de casas tradicionais em granito e a capela da aldeia.
Entrando, na Calçada do Vale do Moinho, encontra-se o primeiro núcleo de sete moinhos da Ribeira da Pena. O percurso prossegue pela plataforma que os une, homenageando o ambiente e natureza. A passagem pelo relógio do sol marca a forma inteligente de medição do tempo pelos antepassados.?Percorridos alguns metros de estrada, continua-se pela povoação de Eiras enquadrada por terrenos agrícolas das margens da ribeira. De novo por caminhos florestais e calçadas de granito, a Rota dos Moinhos encaminha-se para o final, para o local de partida, na aldeia de Souto Bom.

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