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Turismo no Interior seria melhor

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 Turismo no Interior seria melhor - Jornal do Centro
05.11.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Turismo no Interior seria melhor - Jornal do Centro
05.11.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Turismo no Interior seria melhor - Jornal do Centro

Taxa turística não e fim das portagens sim. Quase que parece uma frase de reivindicação numa manifestação, mas esta foi a ideia deixada pelos autarcas da região de Viseu Dão Lafões que participaram na conferência “Conhecer Melhor para Investir Bem no Turismo” promovida pelo Instituto Politécnico de Viseu e pelo Observatório do Turismo Sustentável do Centro de Portugal.

Uma reivindicação dos autarcas que dizem que para se criar escala e cativar mais turistas é preciso continuar a ser seguido o exemplo da cooperação entre municípios, atrair mais pessoas e dar em troca qualidade.

“Deixar de pagar autoestradas nesta região do interior já era bom”, desabafou Pedro Moura, vice-presidente da Câmara de S. Pedro do Sul que foi, de imediato, seguido pelo presidente da Câmara de Vouzela que disse que o que é preciso é “ter pessoas e não tributá-las ainda mais”. Rui Ladeira deu como exemplo o parque de campismo do concelho que lidera. Segundo o autarca, desde que as portagens foram introduzidas na A25, a frequência deste espaço teve “uma grande quebra”.
“Uma taxa turística seria algo contraproducente àquilo que os municípios aplicam e precisam no dia a dia. Temos é que criar atratividade e competitividade”, sinalizou Paulo Almeida, presidente da Câmara de Castro Daire.

E a estes dois desígnios, o autarca de Carregal do Sal, Paulo Catalino, acrescentou o da qualidade. “A heterogeneidade que cada município possui tem de ser combatida com a homogeneidade da cooperação entre os municípios”, desafiou ainda o presidente da Câmara, mostrando que se Carregal do Sal tem a figura histórica de Aristides de Sousa Mendes como âncora, não deixa, também, de ser um concelho integrado na região demarcada do vinho do Dão.

Para os autarcas presentes nesta conferência, há exemplos que têm sido bem sucedidos na criação de produtos turísticos. Vouzela foi o primeiro município a ter um certificado de turismo sustentável. S. Pedro do Sul, um dos principais destinos do país no setor do termalismo, não se importa que a média de estadia tenha reduzido, uma vez que é indicador de mais turistas que escolhem outros produtos (como a montanha). Já Castro Daire lançou no mercado oito pacotes turísticos que envolvem termalismo, caminhadas ou experiências gastronómicas. Em Carregal do Sal, a grande aposta é no turismo cultural. Depois, lembraram, há os produtos como a EN2, EN16 ou ecopista que atravessa toda a região, os percursos pedestres e os desafios para caminhar e andar de bicicleta.

A estes, avançou, por seu lado, o secretário executivo da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões (entidade responsável pela dinamização integrada) juntam-se o projeto da rota do megalitismo, que a CIM quer candidatar a Património da Humanidade, e os mais de 1700 percursos pedestres e trilhos para BTT e outras atividades físicas. “Estamos também a trabalhar no turismo criativo, preservar as tradições e introduzir a modernidade. Temos que reclamar o que representa a nossa região e é este o trabalho que temos vindo a fazer com os municípios. O que queremos é que os turistas circulem pelo território”, salientou Nuno Martinho.

A comunicação à volta do território e o seu posicionamento da região no país a nível turístico foi outro dos temas abordados. Numa altura em que facilmente se “criam modas”, ao lamento de que toda a gente diz que vai para o Algarve, para o Alentejo ou para o Norte e ninguém diz que vai passar uns dias ao Centro (do país), o presidente da Câmara de Castro Daire lançou um novo desafio: “Aqui de certeza que há muita gente que diz ‘vai ao centro e vai para dentro'”, disse, uma frase que arrancou a gargalhada do público e, quem sabe, o novo slogan da Região Viseu Dão Lafões.

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