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Urgências do hospital de Viseu mudam de ‘casa’ já no próximo mês

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 Urgências do hospital de Viseu mudam de ‘casa’ já no próximo mês - Jornal do Centro
15.02.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Urgências do hospital de Viseu mudam de ‘casa’ já no próximo mês - Jornal do Centro
15.02.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Urgências do hospital de Viseu mudam de ‘casa’ já no próximo mês - Jornal do Centro

O serviço de urgência do Centro Hospitalar Tondela-Viseu (CHTV) vai mudar de sítio já no próximo mês de março. A primeira semana servirá de teste para salvaguardar todas as condições de atendimento, esperando-se que na segunda semana a mudança seja definitiva e entre em “velocidade cruzeiro”.

Uma mudança que só surge agora, já que os responsáveis tiveram que se ajustar à quinta vaga da pandemia e aguardar por alguma redução de casos.

“Quando se pensou em toda a conceção das obras, e desta fase de contingência de intervenção no interior das urgências pré-existente, não se pensava em pandemia, não estava previsto e teve de haver uma série de adaptações em termos de timings e de estruturas para poder concretizar esta segunda fase das obras”, referiu Eduardo Melo, diretor clínico do CHTV.

Além do módulo de mil metros quadrados para o serviço de urgência, está também já montado um hospital de campanha, com tentas cedidas pelo INEM, que servirá de covidário. Este segundo módulo não estava contemplado na última versão do projeto, que remonta a 2016.

“O módulo de mil metros quadrados vai substituir a urgência pré-existente, mas como este módulo não permitia a existência de circuitos separados, temos agora uma estrutura provisória, que são as tendas que o INEM nos cedeu, um hospital de campanha de 180 metros2, para fazer o atendimento respiratório totalmente segregado do atendimento não respiratório”

Eduardo Melo disse ainda que este é um projeto há muito “desejado pelo hospital e populações”. “Este projeto de ampliação e remodelação do Serviço de Urgência de Viseu é um projeto já pensado há muitos anos e desejado pelo hospital e populações há muitos anos. A última versão do projeto, que está agora a ser concretizada, é de 2016 e que por vicissitudes várias, orçamentais e processuais, se atrasou e só começaram em 2020”, explicou o responsável.

Urgências ainda não está a sentir a redução de casos Covid-19
Eduardo Melo explicou que apesar dos casos já estarem a baixar, isso ainda não se sentiu no serviço de urgência, destacando que no fim de semana houve um pico com mais de 90 doentes.

“Primeiro desce na comunidade e só uma ou duas semanas depois é que se nota a diminuição da pressão sobre o hospital, porque as pessoas vêm muitas vezes já descompensadas, alguns dias depois do inicio da infeção. A transmissão está a reduzir e o nível de incidência, mas nas urgências ainda não tivemos uma redução de casos, continuamos a ter cerca de 30 a 40 todos os dias, no atendimento ao adulto e o mesmo número no atendimento pediátrico”, disse.

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