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Urgências/Viseu: Sindicatos alertam para soluções que tampam a cabeça e destapam os pés no SNS

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 Urgências/Viseu: Sindicatos alertam para soluções que tampam a cabeça e destapam os pés no SNS - Jornal do Centro
29.05.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Urgências/Viseu: Sindicatos alertam para soluções que tampam a cabeça e destapam os pés no SNS - Jornal do Centro
29.05.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Urgências/Viseu: Sindicatos alertam para soluções que tampam a cabeça e destapam os pés no SNS - Jornal do Centro

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), avança que não é possível tapar a cabeça sem destapar os pés no Serviço Nacional de Saúde (SNS), numa altura em que diz ser fundamental contratar profissionais e regularizar os precários. Declarações feitas esta quarta-feira durante uma concentração à porta do Hospital de Viseu e numa altura em que se fala na possibilidade de se abrir consulta aberta em centros de saúde para colmatar o anunciado encerramento das urgências pediátricas no período noturno.

“Ou se contratam profissionais de saúde ou então qualquer solução que seja adotada vai, como se costuma dizer, tapar a cabeça e destapar os pés”, defendeu Alfredo Gomes, do SEP, que disse que “a consulta aberta não é solução”.
O dirigente sindical questionou ainda se “não há espaço para a consulta aberta dentro do edifício do hospital” de Viseu, para a “eventualidade de uma criança que necessite mesmo de urgência não tenha de andar a deslocar-se” na cidade.
O “problema não é novo”, mas o anúncio do fecho noturno do serviço de urgência pediátrica na Unidade Local de Saúde Viseu Dão Lafões (ULSVDL), a partir de 1 de junho, mobilizou os sindicatos a concentrarem-se à porta da instituição.

O responsável lembrou que o hospital “não abrange só o distrito, já que a unidade de Saúde da Guarda drena a pediatria para Viseu, todas as crianças que precisam de cuidados mais diferenciados”.
“Então e agora vão para onde? Para Coimbra? Sabemos que o país é pequeno, mas passamos a ter cuidados referenciados no Porto, Lisboa e Coimbra? Não é isso que queremos”, sublinhou.
Alfredo Gomes acrescentou que teme que haja mais serviços “em risco”, porque “não havendo profissionais de saúde, o caminho natural é fechar portas”, sendo que, em Viseu, no serviço de obstetrícia “há enfermeiros e médicos com horas a mais”.

“Agora é a urgência pediátrica, mas será que a seguir não há outro serviço a encerrar? Porque se não há pessoal! Temos a obstetrícia no ‘fio da navalha’, embora não queira acreditar que vá encerrar, mas a ver pelas maternidades que já fecharam pelo país”, alertou.
A título de exemplo, referiu Lamego, no norte do distrito de Viseu, onde, “há anos, começou por encerrar a pediatria, depois foi a obstetrícia, a ortopedia, a cirurgia e, agora, está lá um hospital subaproveitado com um serviço de urgência básica” e, por isso, questionou se “é isso que querem fazer a Viseu”.
Alfredo Gomes adiantou que estas preocupações fazem parte de uma carta aberta enviada aos grupos parlamentares em nome de vários sindicatos, da União dos Sindicatos de Viseu/CGTP-IN e do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde.
O dirigente sindicalista lembrou ainda que a Unidade Local de Saúde Viseu Dão Lafões (ULSVDL) necessita de, pelo menos, mais de 70 enfermeiros e que tem 50 ainda em situação precária, desde a pandemia.
“Neste momento, para que o hospital prestasse cuidados mínimos, já não digo para que cumprisse as lotações seguras da Ordem dos Enfermeiros, tinha de contratar 70 a 80 enfermeiros”, indicou.

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