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Vai um passeio pela região dos rios e do património?

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28.01.24
fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Vai um passeio pela região dos rios e do património?

Os percursos pedestres são uma das apostas e nós deixamos aqui sugestões
para que também os possa ver e fazer, afinal o bom tempo vem aí!

Rota da Cárcoda – A Mina, o Dragão e o Bode
A dois quilómetros a norte de Carvalhais, a 610 m de altitude em plena Serra da Arada, no chamado Outeiro da Cárcoda, encontra-se um dos mais importantes e bem conservados povoados castrejos do centro do Pais. O Castro da Cárcoda apresenta 27 casas a descoberto, algumas retangulares, outras ovais, distribuídas numa área de 10 hectares onde também se encontraram gravuras rupestres inscritas em cerca de 15 rochedos.
O topónimo Cárcoda pode ser uma deturpação de Cárcova ou Corcova, cujo significado foi interpretado como passagem encoberta ou porta falsa. Já a cultura popular fala de uma lenda relacionada a uma mina, a Mina do Bode, onde estariam guardadas riquezas imensuráveis feitas em ouro, ali escondidas pelos mouros e guardadas por um dragão em forma de bode. O acesso à mina estaria fechado por misteriosa e mágica porta, que só com rezas do Livro de São Cipriano aceitaria mover-se.

Rota das A?guas Milenares – Das profundezas da terra às margens do Dão
Ha? uma raza?o para esta ser uma rota de a?guas milenares. E? que as a?guas captadas em Alcafache, usadas termalmente desde 1962,revelaram, apo?s ana?lises, terem uma idade superior a 14.000 anos! Quer isto dizer que nas Termas de Alcafache se pode entrar em contacto com a?guas contempora?neas a? antiga floresta tropical onde hoje existe o deserto do Saara…
E se as a?guas sa?o milenares, mais recente e? uma das grandes peculiaridades culturais e simbo?licas da freguesia de Alcafache, o Bordado Tibaldinho, original da povoac?a?o com o mesmo nome. Um bordado a branco, sobre pano branco, cujos exemplares conhecidos mais antigos te?m entre 150 e 200 anos. Os motivos decorativos, nascidos do gosto popular, sa?o o que hoje lhe confere identidade ímpar: rosas, estrelas, corac?o?es, hastes florais entre outros. Tornou-se muito popular a partir dos anos 20 do se?culo passado.

Rota do Gaia – Quatro Estações, Quatro Rios
Escondido por um frondoso e multicolor bosque ribeirinho, o curso do rio Gaia, que o percurso acompanha ao longo de cerca de 3km, transforma-se numa autêntica viagem de exploração por um mundo natural cada vez mais raro. No bosque que o envolve encontram- -se algumas das mais preciosas espécies arbóreas do País; carvalhos, castanheiros, sobreiros ou loureiros. Já no leito do rio, amieiros, salgueiros e freixos formam uma densa galeria ripícola, criando em alguns setores túneis naturais de notável beleza, onde se fazem ouvir algumas das muitas espécies de aves que patrulham incansavelmente o curso de água e as suas margens como o guarda-rios, o rouxinol, o chapim ou o melro.
Trata-se de uma paisagem especialmente sazonal, transformando-se por completo em cada estação do ano.A única coisa que não muda são as construções deixadas pelo Homem, de tempos idos em que o aproveitamento do rio era essencial à sobrevivência das comunidades que se instalaram nas suas encostas.

Rota da Cabra e do Lobo – Uma relíquia natural, geológica e humana
Há caminhos que nos ficam na memória e a Rota da Cabra e do Lobo é um deles. Uma viagem que se transforma numa genuína imersão num mundo tão inimaginável quanto surpreendente. Tudo aqui se expressa de forma inesperada, com a brutalidade e a subtileza dos lugares míticos do imaginário greco-romano.
As rochas, tal como os nossos ancestrais humanos, parecem buscar a verticalidade; os estratos altamente transfigurados ou dobrados quase nos permitem compreender a dimensão das forças tectónicas; a natureza, tanto se apresenta selvagem e antiga, como magnificamente moldada pelas populações que aqui se mantêm, num isolamento tão profundo quanto os vales onde se instalaram; as aves de rapina vigiam os céus, lá no alto; os pássaros, chilreiam desenfreadamente; o gado bovino pasta livremente e a restante fauna continua alerta aos passos humanos. No caminho ao longo da ribeira da Pena houve até uma cabra que matou um lobo!

* Fonte: Viseu Dão Lafões

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