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As variedades Van e Lapins são as mais rentáveis para os produtores de cereja de Resende. A conclusão foi tirada por um estudo sobre a produção deste fruto no concelho e que vai no seu segundo ano.
Foram apresentados, esta tarde de quarta-feira (31 de março), os resultados do estudo organizado no âmbito do Grupo Operacional da Cereja de Resende, que quer criar condições para melhorar a capacidade competitiva da produção da cereja do concelho.
Segundo a especialista Berta Gonçalves, do Centro de Investigação e Tecnologias Agroambientais e Biológicas da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Van e a Lapins destacaram-se mais “pelo maior calibre e pelo conteúdo do açúcar”.
“Têm, no entanto, menor conteúdo de ceras cuticulares e isso traduz-se depois num maior índice de rachamento. De todas as variedades estudadas, a produção por árvore e a produtividade são muito maiores no cultivo do Van”, afirma a investigadora.
Nos ensaios na fertilização, Berta Gonçalves realçou ainda “o maior peso do fruto, calibre e açúcar na dose alta de potássio, maior produção e menor índice de rachamento em dose baixa de magnésio e maior peso do fruto, calibre e açúcar em dose alta de cálcio e algas”.
O trabalho de investigação vai dar origem a um manual de boas práticas para a produção da cereja. O presidente da Câmara de Resende dá grande importância à produção em escala deste fruto típico do concelho e afirma que, com a produção industrial, é possível alavancar as exportações do produto.
“Isso é fundamental porque, com a grande escala de produção, podemos expandir mais a pequena iniciativa que temos de exportação de cereja. Se tivermos efetivamente produção em escala, é evidente que vamos também ter a oportunidade de fazer a exportação na devida altura”, explica.
Garcez Trindade desafiou ainda os produtores da cereja de Resende a seguirem as recomendações do meio académico e científico.