exército ctoe força destacada
dolmén antelas 2
andre cunha
herdade santiago
quartos apartamentos imobiliário viseu foto jc
arrendar casa

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25

Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…

14.08.25

Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….

07.08.25
tribunal_justica_2
Bruno Rocha 2025 Cinfães
jose laires
miss teen
praia da carriça
herdade santiago
Home » Notícias » Diário » Veio do Brasil há três anos e foi ficando

Veio do Brasil há três anos e foi ficando

pub
 Veio do Brasil há três anos e foi ficando - Jornal do Centro
13.11.21
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Veio do Brasil há três anos e foi ficando - Jornal do Centro
13.11.21
Fotografia: Jornal do Centro
pub
 Veio do Brasil há três anos e foi ficando - Jornal do Centro

Natural de São Paulo, no Brasil, Gustavo Garcetti chegou a Portugal há três anos. Vive com a família em Viseu. Por causa da pandemia da covid-19 sente “em muitos aspetos” que acabou de “chegar”.

“No Brasil estava tudo muito sem graça. E era evidente que iria piorar. O meu filho queria estudar história medieval, ele e a minha esposa têm a nacionalidade [portuguesa] então decidi tentar uma mudança de ares”, conta o brasileiro de 61 anos.

No país natal Gustavo Garcetti era diretor de fotografia. Em Portugal, diz, ainda está à procura do seu espaço.

“Continuo a fotografar, mas para projetos menores e outros pessoais. Sou voluntário no Cine Clube o que me dá a oportunidade de conhecer pessoas e aprender o que elas sentem e falam sobre cinema”, adianta.

Gustavo garante que a mudança para solo europeu foi “muito tranquila”. Explica que gosta de “mudanças” e que esse processo é também “um exercício de desapego”.

“As pessoas que me são queridas, os livros e equipamentos não estão aqui e isto cobra uma atenção especial”, refere.

No nosso país sente-se semi-integrado. “O Brasil e Portugal são dois países com uma burocracia bastante singular. Lá eu sabia o caminho das pedras, aqui ainda caio e molho o traseiro”, afirma em jeito de lamento.

Em Viseu, aprecia o potencial da cidade e gostava de estar por cá quando ele “explodir”. Também gosta do clima, apesar das muitas críticas que vai ouvindo.

Pela negativa aponta a falta de transportes públicos. Considera “chocante” que Viseu não tenha comboio e critica a dependência dos cidadãos para com o carro.

A pandemia não o fez querer voltar a cruzar o Atlântico. Garante que nem “por um instante” pensou em regressar à terra natal.

“Mesmo no pior momento, as condições em Viseu sempre estiveram dentro de padrões aceitáveis. Comparando com o Brasil, aqui foi um santo refúgio”, defende.

Gustavo acrescente que “a sua terra” é onde está feliz. Hoje está contente por estar em Viseu, mas sustenta que o planeta “é demasiado grande” e ainda gostava “de conhecer vários lugares”.

pub
 Veio do Brasil há três anos e foi ficando - Jornal do Centro

Outras notícias

pub
 Veio do Brasil há três anos e foi ficando - Jornal do Centro

Notícias relacionadas

Procurar