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A Câmara de Viseu começou a instalar o sistema de videovigilância no Parque Aquilino Ribeiro e no Mercado 21 de Agosto, mas tem um plano para o alargar a outros pontos da cidade, garantiu hoje o seu presidente.
Durante a reunião da Assembleia Municipal, João Azevedo justificou a necessidade de faseamento com a falta de financiamento para o sistema de videovigilância.
“Este processo, que andou a ser comentado durante muitos anos, não tem financiamento. Não há financiamento para videovigilância, nunca houve”, sublinhou João Azevedo (PS), que foi eleito nas últimas autárquicas, sucedendo a Fernando Ruas (PSD).
O autarca explicou que a opção foi “colocar, no domínio privado de utilização pública, os primeiros espaços de controlo”.
Depois do Parque Aquilino Ribeiro e do estacionamento do Mercado 21 de Agosto, nos próximos meses devem seguir-se espaços do centro histórico e de Jugueiros, “para que a segurança seja um dos pilares principais do Estado de direito também em Viseu”.
“Vamos continuar a colocar no orçamento da Câmara dinheiro para fazer aquilo que é o nosso compromisso: colocar a videovigilância no casco velho da cidade, na zona da Sé, e em Jugueiros”, frisou.
João Azevedo assegurou que “o plano existe, está identificado”, no entanto “não há qualquer tipo de apoio para este investimento”.
Para já, o sistema será apoiado por uma sala de vigilância nas instalações da Polícia Municipal de Viseu.
Em janeiro, João Azevedo explicou aos jornalistas que o projeto para o sistema de videovigilância que começou a ser traçado no mandato anterior implica um investimento superior a três milhões de euros.
“É um valor elevadíssimo, sem financiamento. Mais um que diziam que seria financiado, mas não estava cá nada”, lamentou, na altura.
Em 2025, Fernando Ruas disse que tinha a garantia de ajuda financeira da então ministra da Administração Interna, Margarida Blasco, para o sistema de videovigilância a instalar em zonas como o centro histórico e Jugueiros.
“Este é o género de projeto que tenho a certeza absoluta que o Governo vai apoiar, mas avanço com ele mesmo sem ter formalizado o apoio”, assegurou Fernando Ruas aos jornalistas, em março do ano passado.