No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…
Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….
Cederam dois taludes na Estrada Nacional 228, este domingo, em Vouzela. A chuva forte que se faz sentir naquele concelho a somar ao mau estado da via, originou nova situação de risco. “Estão identificados 21 pontos críticos entre Fataunços e Queirã, nas proximidades do IP5 e da A25 junto à Zona Industrial de Queirã e a Infraestruturas de Portugal enquanto gestor da obra sabe que tem de ser rapidamente intervencionado. E hoje vivemos a cedência de dois taludes, um com maior gravidade”, confirmou o presidente da Câmara de Vouzela ao Jornal do Centro.
O autarca prometeu ainda durante este domingo “uma intervenção com um equipamento pesado para minimizar aquilo que possa ser o impacto, para não termos de encerrar de novo a estrada por causa do risco que está iminente em dois taludes”. A situação mais grave vive-se à saída de Vasconha no sentido Fataunços – Vouzela.
Rui Ladeira que acabava de sair do local da derrocada instantes antes de falar com o Jornal do Centro, lamenta a demora na requalificação da Estrada Nacional 228. “A obra está entregue ao empreiteiro há muitos meses. De acordo com o cronograma da Infraestruturas de Portugal, ou seja do Estado do Português, a obra deveria estar feita há um ano. O problema é que só agora é que estão a tratar das expropriações”, explicou.
O autarca disse também ao Jornal do Centro que “esta semana andaram a convocar os proprietários confinantes para fazer as expropriações”. “Anda tudo digamos de forma invertida, quando deveria ter sido dada prioridade a estrada estrada, que tem 25 pontos críticos”, lembrou. Recorde-se que a obra está adjudicada por 2,2 milhões de euros, mas o Tribunal de Contas não deu o visto, dado que as expropriações não estão feitas.
“De acordo com o cronograma que o IP tinha definido, a obra já leva mais de um ano de atraso a execução total da obra. O que quer dizer que mesmo que começasse para o mês de fevereiro ou março, nem até ao final do ano estará concluída a intervenção. Andam permanentemente a empurrar com a barriga. É uma preocupação para as populações e para a autarquia”, detalhou Rui Ladeira. O presidente da Câmara de Vouzela diz que irá reportar à tutela todos os prejuízos do mau tempo dos últimos dias.