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A Câmara de Vouzela criou um manual de boas práticas de igualdade de género para os operadores turísticos do concelho. O documento foi desenvolvido no âmbito do Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação do concelho, que foi apresentado ontem (15 de dezembro).
Na sessão, a vereadora no município Carla Maia explicou que este plano, aprovado pelo executivo municipal em finais de outubro, resulta de um diagnóstico efetuado no concelho, num trabalho realizado no âmbito do projeto +IgualViseuDãoLafões, da CIM Viseu Dão Lafões.
“O plano está já em execução. Algumas das ações já estão em execução. Estes planos são instrumentos de planeamento de políticas públicas para a igualdade a nível local, que estabelecem um conjunto de estratégias de transformação ao nível das assimetrias de género que foram reveladas em diagnóstico”, adiantou, salientando que estão também definidos uma série de objetivos a alcançar.
Carla Maia recordou que o trabalho realizado em Vouzela em prol da igualdade de género já tem mais de uma década. Em 2009, a autarquia lançou o primeiro plano municipal para a igualdade, tendo sido o primeiro município do distrito a fazê-lo. Em 2013 a Câmara foi também pioneira na criação de um pelouro da igualdade.
“Não obstante o trabalho que a autarquia tem feito o longo dos últimos anos, consideramos que ainda há um longo caminho a percorrer, para mudar mentalidades e contrariar a limitada efetividade da igualdade de género nos diferentes domínios da vida pública”, defendeu a vereadora.
Daí a criação deste novo plano que irá ser executado ao longo dos próximos quatro anos.
“[Este documento] pretende dar um contributo para fomentar a reflexão e o debate público nesta matéria, mas igualmente dar um sinal claro em assumir este problema como fazendo parte das preocupações de toda a sociedade civil e entidades públicas e privadas numa questão do desenvolvimento sustentável”, reforçou.
No âmbito do plano, foi já criado “junto dos operadores turísticos um manual de boas práticas de igualdade de género de conciliação da vida profissional, familiar e pessoal”. O documento foi revisto pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.