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O festival começa no dia 3 de maio e a primeira noite destina-se à comemoração dos 25 anos da Tunadão1998, a tuna do Instituto Politécnico de Viseu (IPV). A noite vai ser inteiramente dedicada à sua música e ao seu espetáculo e, para Luís Almeida, tuno e vogal da direção da tuna, esta comemoração permite-lhes “celebrar junto de quem for ver, o que é importante para nós”.
No sábado, dia 4 de maio, o festival recebe quatro tunas, a Estudantina de Castelo Branco, a Afonsina da Universidade do Minho, a Desertuna da Universidade da Beira Interior e a TAIPCA do Instituto Politécnico do Cávado e Ave.
Luís Almeida revela algumas das novidades deste ano: “temos uma particularidade engraçada, temos alguns vencedores de citadões anteriores”. A TUNADÃO 1998 irá atuar em dose dupla, na sexta-feira e no sábado e, para além disso, em vez de duas, a Alcatuna de Alcafache será a única tuna extra. No domingo, dá-se a entrega dos prémios.
O vogal da direção da Tuna organizadora refere que a seleção costuma ser aleatória, mas que normalmente as tunas escolhidas são antigas participantes, são próximas da TUNADÃO 1998, ou são novas no festival.
As expectativas são altas, até porque o certame Internacional é sempre um sucesso e tem atingido a lotação máxima. O público é habitualmente uma mistura de várias faixas etárias, unidos pelo gosto pela música: “estamos a jogar em casa, o público puxa muito por nós”.
Para a cidade de Viseu, o certame internacional traz destaque e reconhecimento. “Vêm pessoas de vários lugares do país e vêm pessoas de propósito para assistir às tunas que gostam e com isso conseguimos trazer algum dinamismo para a cidade de Viseu, durante esse fim de semana”, afirma Luís Almeida.
Quem vem de fora, deixa sempre um feedback muito positivo. O tuno Luís Almeida dá o exemplo da Estudantina Universitária de Lisboa: “eu lembro-me de eles virem ter connosco, agradecerem e dizerem que era o melhor festival a que já tinham ido”.
O responsável acredita que um dos grandes motivos pelos quais as tunas gostam de participar é o convívio, a boa receção e o facto do CITADÃO oferecer transporte, estadia e alimentação a todos os participantes.
Por: Rafaela Campos (Aluna ESEV)