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Sindicato ouve queixas e deixa informações em restaurantes e hotéis de Viseu

Entre os “problemas mais relevantes” encontrados, segundo o dirigente sindicalista, destacam-se o direito até 25 dias de férias por ano, consoante a assiduidade do ano anterior

 “Queremos que Viseu deixe de ser uma Associação de Basquetebol menor”
21.08.25
fotografia: Jornal do Centro
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21.08.25
Fotografia: Jornal do Centro
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 Sindicato ouve queixas e deixa informações em restaurantes e hotéis de Viseu

O Sindicato de Hotelaria e Restauração do Centro pede a progressão da carreira e do salário no setor, acusando as entidades patronais de “reduzirem os direitos dos trabalhadores”, aumentando a “flexibilidade dos horários” e acentuando a precariedade.

Durante esta manhã de quinta-feira, vários sindicalistas estiveram em contacto com trabalhadores de restaurantes e hóteis de Viseu, mas também com clientes das unidades hoteleiras para ouvirem o setor.

“Os trabalhadores da restauração têm um conjunto de direitos consagrados na lei e na contratação coletiva, mas muitos continuam a desconhecê-los”, referiu Afonso Fogueiredo, reforçando a necessidade das ações como as que foram realizadas durante a manhã. 

Entre os “problemas mais relevantes” encontrados, segundo o dirigente sindicalista, destacam-se o direito até 25 dias de férias por ano, consoante a assiduidade do ano anterior, e a garantia de, no mínimo, um dia e meio de folga semanal consecutiva.

“A progressão na carreira também está prevista: após cinco anos na mesma categoria, o trabalhador deve passar para o nível seguinte, com a respetiva atualização salarial. Já o trabalho em feriados é pago com acréscimo, sendo a terça-feira de Carnaval considerada como tal. O mesmo se aplica às horas extraordinárias realizadas para além das oito horas diárias, que devem ser remuneradas de forma acrescida”, assinala Afonso Figueiredo.

Outros direitos que o Sindicato diz não estarem a ser cumpridos incluem o “respeito pelo tempo mínimo de descanso diário, o pagamento do subsídio de refeição e a possibilidade de faltar, sem perda de salário, para tratar de assuntos escolares dos filhos”. 

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