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Joaquim Alexandre Rodrigues
As eleições presidenciais que elegeram Eanes em 1976, Soares em 1986 (à segunda volta), Sampaio em 1996, Cavaco em 2006 e Marcelo em 2016 foram todas interessantes. As eleições que os reconduziram — em 1981, 1991, 2001, 2011, 2021 — não tiveram interesse nenhum, já se sabia quem ia ganhar.
Estamos em ano acabado em seis. Vamos ter presidente novo. As coisas estão vivas e renhidas. Temos quatro candidatos que querem mesmo ser PR (António José Seguro, Henrique Gouveia e Melo, João Cotrim de Figueiredo e Luís Marques Mendes) e um que não quer ser PR, quer ser PM (André Ventura).
Ora, a acreditar no que nos dizem as sondagens e a dinâmica das campanhas:
— em cada cinco votos, quatro são de direita e um de esquerda; mesmo assim, se a esquerda for inteligente, António José Seguro tem hipóteses sérias de ir à segunda volta;
— o lobista “cochicheiro” e “facilitador-de-negócios” Luís Marques Mendes passou do certo ao incerto; na última semana de campanha, vai atirar-se ainda mais para o regaço do governo e da máquina poderosa do PSD;
— Cotrim é um candidato muito sólido; popular entre os mais novos e eficaz nas redes sociais, está agora a “charmar” o eleitorado grisalho; tem aproveitado bem o trambolhão de Marques Mendes;
— depois de ter mandado uns torpedos certeiros em Marques Mendes, o submarinista Gouveia e Melo tem tentado, sem sucesso, fazer o mesmo a Cotrim e a Seguro;
— Ventura quer ir à segunda volta e quer perder na segunda volta;
— Catarina Martins, António Filipe e Jorge Pinto, os outros candidatos mija-nos-postes (tal como Ventura, só estão no boletim de voto para marcarem território para o seu partido) não aquentam nem arrefentam; nenhuma ideia veio dali; mereciam, todos eles, ficar atrás do “direito à felicidade” de Manuel João Vieira.
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Joaquim Alexandre Rodrigues
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António Regadas
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Maria João Alves, Vera Abreu, Filipa Fernandes
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André Tojal, médico especialista em Cirurgia Geral no Hospital CUF Viseu