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“O Corpo Espacejado” regressa a Viseu com debate sobre identidade coletiva

Terceiro encontro do ciclo decorre a 31 de janeiro, no Clube de Viseu

 Chega questiona construção de parque de estacionamento no centro histórico de Viseu
15.01.26
fotografia: Jornal do Centro
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 Chega questiona construção de parque de estacionamento no centro histórico de Viseu
15.01.26
Fotografia: Jornal do Centro
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 “O Corpo Espacejado” regressa a Viseu com debate sobre identidade coletiva

A associação cultural Play False promove, no dia 31 de janeiro, às 17h00, no Clube de Viseu, o terceiro encontro do projeto “O Corpo Espacejado – Encontros de Reflexão e Investigação”. A iniciativa integra um ciclo de debates dedicado à investigação artística, com foco na dança, na efemeridade do movimento e na memória inscrita no corpo.

De acordo com o comunicado enviado às redações, este terceiro encontro tem como tema “INTERIOR – Dinâmicas de Identidade Coletiva” e vai contar com a participação de Miguel Honrado, produtor e gestor cultural, e de Filipa Francisco, coreógrafa e performer. A curadoria e moderação da conversa ficam a cargo de Tiago Bartolomeu Costa, jornalista e crítico cultural.

Segundo a organização, o debate “pretende promover um olhar reflexivo sobre e a partir do território, olhando para a diversidade de experiências que constituem uma identidade coletiva, quer seja a partir do corpo individual, como de um corpo coletivo, ativador de reconhecimento e pertencimento”.

O ponto de partida da conversa é o projeto “Corpo Coletivo – Projeto Artístico Participativo”, desenvolvido ao longo de três meses na cidade de Viseu, com a participação de dez pessoas e da coreógrafa São Castro. Conforme refere o comunicado, “este projeto artístico refletiu sobre Viseu não apenas como espaço geográfico, mas como território vivido e atravessado por corpos, memórias e afetos”.

A mesma nota acrescenta que, “através da partilha de vivências dos habitantes da cidade, construiu-se uma narrativa plural onde ruas, pessoas, cheiros, músicas, encontros e paisagens íntimas se transformaram em pontos de contacto entre histórias individuais e experiências coletivas”.

A Play False indica ainda que, “com um forte enfoque na inclusão social e cultural, este terceiro encontro aprofunda uma investigação prática e colaborativa sobre a relação entre corpo e memória coletiva, colocando em diálogo perspetivas artísticas, culturais e políticas através da experiência e do pensamento crítico dos seus convidados”.

Este é o terceiro encontro do ciclo, depois de duas sessões realizadas em 2025, que contaram com a participação de Graça Telo Gonçalves, Marta Silva, Olga Roriz e André Barata. O projeto está estruturado como um ciclo de debates que, segundo o comunicado, “propõe um espaço de articulação entre pensamento crítico e prática artística, refletindo sobre a forma como o movimento, apesar da sua natureza transitória, pode gerar conhecimento e deixar marcas duradouras nos corpos e nas comunidades”.

Inserido num contexto de descentralização da investigação e da partilha artística, o projeto prevê ainda a edição de uma publicação que reúne reflexões, diálogos e registos resultantes dos encontros. “Como prolongamento deste processo, está prevista ainda para este ano a edição de uma publicação que reúne as reflexões, diálogos e registos emergentes dos encontros, funcionando como uma extensão do pensamento partilhado, dando forma ao imaterial e prolongando-o no tempo e no espaço”, refere a organização.

A participação no encontro é gratuita. A sessão conta com o apoio do Clube de Viseu e da Quinta do Perdigão.

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