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Museu de Lamego expõe vestígios arqueológicos agora encontrados e terá novo espaço

Achados históricos no antigo Paço Episcopal suspendem obras e conduzem à musealização da área arqueológica

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Fotografia: Jornal do Centro
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 Museu de Lamego expõe vestígios arqueológicos agora encontrados e terá novo espaço

O Museu de Lamego, em requalificação, mostrará os vestígios arqueológicos encontrados no decorrer das obras e terá um novo espaço, construído de raiz, cujo concurso foi hoje lançado, disse o presidente da Câmara.

À agência Lusa, Francisco Lopes adiantou que a requalificação do atual Museu de Lamego (distrito de Viseu), num investimento de 1,5 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), “tem as obras suspensas devido aos achados arqueológicos encontrados” na ala norte do edifício, que é o antigo Paço Episcopal.

“O que impediu a continuação da requalificação e, com isso, o impedimento do programa que estava definido e, nessa sequência, foi necessário encontrar um espaço alternativo para colocar as reservas” do Museu de Lamego, detalhou.

Esse novo espaço “será construído de raiz, num terreno adjacente e dentro dos muros do museu e terá pouco mais de 200 metros quadrados”, cujo concurso para a sua construção, no valor de quase 750 mil euros, foi hoje lançado.

“É uma fase nova da obra que acrescenta à existente, que está em curso e que ficou suspensa por causa dos achados arqueológicos e, se tudo correr bem, dentro da normalidade, podem estar as duas [obras] prontas no verão”, adiantou Francisco Lopes.

A decisão de deixar os vestígios em exposição foi, segundo o autarca social-democrata, do Património Cultural – Instituto Público e a Câmara está a dar cumprimento a uma resolução que considerou “a mais adequada, porque enriquece muito, quer a história do edifício, quer a exposição do Museu de Lamego”.

O Museu de Lamego fechou ao público em maio de 2025, para que o espólio fosse retirado para a requalificação arrancar em setembro, disse à agência Lusa a diretora do espaço, e, “como é uma obra acompanhada por arqueólogos, entretanto foram encontrados vestígios importantes”.

“Entre o achado encontrado na estrutura arquitetónica da construção do antigo Paço Episcopal, hoje museu, que remonta a partir do século XVI, está um enorme tanque em muito bom estado”, revelou Alexandra Falcão.

Um tanque que, “provavelmente, é desse período” e que “todos os envolvidos na obra entenderam, e bem, que essa área devia ser musealizada para que possa ser visitada, ou seja, “integrará os percursos de visita” do Museu de Lamego.

“O circuito de visita ao museu termina na área arqueológica, quase como se fosse um regresso ao início, aos primórdios do edifício e que ao longo dos séculos foi sempre sofrendo profundas alterações. O edifício que hoje encontramos foi construído sobre um antigo edifício. É um regresso ao passado que nos ajuda a enquadrar toda a história daquela que foi a residência dos bispos de Lamego”, salientou.

O novo edifício, adiantou, que “será independente, mas terá ligação ao atual museu, servirá para as reservas e coleções, ou seja, vai albergar todo o arquivo, espólio documental, fotografia, muito mobiliário, talha dourada, cerâmica, ourivesaria, têxteis, pintura, alguma escultura e peças”.

São objetos que, indicou, não estão na exposição permanente e que, “em qualquer momento, podem integrar exposições temporárias ou até entrar em rotatividade com a exposição fixa” no Museu de Lamego.

“O novo espaço tem também a mais-valia de, no futuro, poder ser também um espaço visitável. Tem todas as condições para isso e para o acondicionamento e a salvaguarda dos objetos em reserva que merecem tanto cuidado como os que estão expostos”, realçou.

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