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A Estrada Nacional 2 (EN2) em Castro Daire e a Estrada Municipal 1029 (EM1029) em Cinfães estão cortadas ao trânsito devido à derrocada de terras e pedras, disse hoje à agência Lusa fonte da Proteção Civil.
“A EN2 em Castro Daire está interdita devido à queda de um muro, na zona de Lamelas, à saída da vila de Castro Daire, sendo a alternativa pelo interior da vila”, disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-regional Viseu Dão Lafões.
O vereador da Proteção Civil da Câmara Municipal de Castro Daire, Alexandre Pereira, disse à agência Lusa que “o trânsito está totalmente cortado, seja a veículos ou a pedestres, na zona de Lamelas, à saída da vila para norte, em direção a Lamego”.
“Ou seja, o muro caiu, parte da via aluiu, inclusiva a ciclovia que tem ao lado da via, naquele troço da EN2, aluiu tudo e, apesar de ao olharmos para a estrada e, aparentemente, parecer bem, não está, por baixo está oca, só tem como que a ‘película’ do alcatrão”, relatou Alexandre Pereira.
O vereador adiantou que a queda do muro, “esta manhã, foi devido ao mau tempo” e “felizmente, não houve qualquer dano, nem humano nem material, porque o alerta foi dado na hora por trabalhadores que estavam perto” da derrocada.
O vereador acrescentou que caiu também um poste de eletricidade, “mas não há ninguém sem abastecimento de energia ou até de água, já que também há condutas a passar” na via.
Também no norte do distrito de Viseu, no concelho de Cinfães, a EM1029, na zona de São Cristóvão de Nogueira para Sabrosa, ficou interdita devido ao aluimento de terras e pedras”, disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-regional do Tâmega e Sousa.
A passagem da depressão Kristin pelo território português, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos seis mortos, vários feridos e desalojados.
Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.
Leiria, por onde a depressão entrou no território do continente, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.
O Governo anunciou que vai decretar situação de calamidade nas zonas mais afetadas pela tempestade.