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A mulher de 53 anos detida no sábado por ser suspeita de atear um foco de incêndio em área florestal no concelho de Viseu ficou obrigada, após primeiro inquérito no Tribunal de Viseu, a apresentações às autoridades três vezes por semana.
Segundo disse à agência Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR), a suspeita ficou ainda “obrigada a ter consultas regulares com médico psiquiatra e está proibida de ter contacto com engenhos” de fogo.
A suspeita foi detida no sábado pela GNR, chamada ao local por populares, que, entretanto, já tinham retido a mulher e cujas diligências policiais apuraram que ela terá recorrido ao “uso de isqueiro e uma acendalha para atear o incêndio, que não teve outras proporções devido à rápida intervenção dos populares e dos militares” da GNR.