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Há um ano entrávamos em confinamento, o que mudou?

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
19.03.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
19.03.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Há um ano entrávamos em confinamento, o que mudou?

Foi a 16 de março de 2020, uns dias depois do aparecimento do primeiro caso de Covid-19 em Portugal, que o governo anunciou o primeiro confinamento. Passado um ano, a vida voltou a mudar, mas o país vê o segundo confinamento a chegar ao fim de forma faseada.

O que é que mudou num ano? Enquanto o primeiro confinamento apenas permitia 32 atividades, as regras no segundo foram analisadas mais detalhadamente, abrangendo 52. O recolhimento domiciliário regressou, tal como aconteceu em março e abril do ano anterior. O teletrabalho voltou a ser obrigatório e os restaurantes voltaram a funcionar em regime de take-away.

As escolas foram a principal diferença, tendo em conta que no início do segundo confinamento permaneceram abertas. No entanto, com o agravamento no número de infetados, acabaram por fechar dias depois.

No setor dos serviços médicos, ao contrário do que aconteceu em 2020, em que apenas os hospitais permaneceram ativos, os consultórios e clínicas, clínicas dentárias e centros de atendimento médico-veterinário com urgência podem funcionar, respeitando as regras de segurança.

Os serviços públicos também passaram a atuar presencialmente, mas com marcação prévia.

Quanto aos funerais, o limite máximo de pessoas permanece o estabelecido anteriormente. Porém, foi adicionada uma nova regra alertando que o limite não pode impossibilitar a “presença no funeral do cônjuge ou unido de facto, ascendentes, descendentes, parentes ou afins”.

Ao contrário de março do ano passado, Portugal decidiu manter as fronteiras abertas com Espanha.

A 27 de outubro de 2020, foi publicada uma lei que determina o uso de máscara na rua sempre que não existir distanciamento físico. A medição da temperatura passou a constar na lista das regras do segundo confinamento, assim como o limite da compra de bebidas alcoólicas até às 20h.

Dois meses depois, foi divulgado o plano de vacinação, notícia que gerou uma onda de esperança entre os portugueses.

Após um ano, a doença infetou mais de 800 mil pessoas e provocou quase 17 mil vítimas mortais. Contudo, a reação dos portugueses ao segundo confinamento foi diferente. O impacto do primeiro confinamento causou mais preocupação e medo, enquanto que, um ano depois, os sentimentos que prevalecem são o cansaço e a normalização da pandemia.

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