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Os centros comerciais só vão poder abrir a 19 de abril, segundo o plano de desconfinamento apresentado pelo Governo e que já arrancou há uma semana.
Nessa data, poderão também abrir ao público todas as lojas de maior dimensão independentemente de terem porta para a rua ou de estarem integradas em complexos comerciais.
Perante esta medida, que só deverá acontecer dentro de cerca de um mês e depois da Páscoa, a diretora do Palácio do Gelo, um dos principais centros comerciais de Viseu, diz compreender este desconfinamento a ‘conta-gotas’, como disse o primeiro-ministro António Costa.
Mesmo assim, Cristina Lopes garante que o Palácio do Gelo sempre cumpriu com as medidas de segurança face à Covid-19 e assegura que o anseio de abrir é enorme.
“Nós temos consciência de que esta reabertura tinha de ser feita de uma forma faseada e entendemos que assim deve ser porque atingimos um período de pico e tanto mais que se ouve falar numa quarta vaga. A reabertura dos centros comerciais a 19 de abril não é exatamente o que nós desejaríamos e estamos todos ansiosos para que possamos abrir, porque sempre cumprimos com as medidas e tivemos todos os cuidados”, explica.
A diretora do Palácio do Gelo lembra que as “circunstâncias são difíceis” e defende que o país “carece de alguns cuidados com esta reabertura para que não tenhamos de voltar a fechar tudo outra vez”.
Para voltar a receber os clientes neste segundo desconfinamento, o Palácio do Gelo vai reforçar as medidas de segurança. Cristina Lopes refere que o centro comercial vai manter as medidas já implementadas no ano passado e também “reforçar aquelas que houver necessidade de reforçar”. “Teremos todos os cuidados dentro das condições de segurança. Iremos reforçar os pontos de higienização”, afirma.
Cristina Lopes mostra-se confiante na reabertura. Como exemplo, a diretora do centro comercial de Viseu diz que, além de ter conseguido manter os atuais lojistas, até se veio a conseguir concretizar novos negócios que, diz, “deverão acontecer mais para o final deste ano”.
“Portanto, as nossas perspetivas até são positivas. Obviamente, as consequências deste encerramento não serão visíveis para já, mas sim nos próximos meses e também estarão muito dependentes da reação do consumidor a esta reabertura”, remata.
O Palácio do Gelo pertence ao Grupo Visabeira.