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Médicos querem mais dinheiro e profissionais para o Serviço Nacional de Saúde

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
07.04.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
07.04.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Médicos querem mais dinheiro e profissionais para o Serviço Nacional de Saúde

No Dia Mundial da Saúde, os médicos exigem mais investimento, mais profissionais e melhores condições de trabalho no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A ideia é defendida pelo presidente da Federação Nacional dos Médicos, Noel Carrilho. O profissional que trabalha no Hospital de Viseu entende que o SNS “tem sido o garante da democraticidade da saúde em Portugal e é importantíssimo para que continuemos a ter acesso e que haja investimento nesse sentido”.

Em declarações ao Jornal do Centro, o médico defende também que o serviço público foi essencial para que a situação pandémica da Covid-19 “não fosse tão gravosa como poderia ter sido”.

“Agora segue-se um período de grande exigência em que é preciso recuperar o que ficou por fazer, além do compromisso assistencial a todo o momento”, afirma Noel Carrilho, que pede também que as carreiras dos profissionais de saúde sejam valorizadas.

Por isso, o médico entende que é preciso atrair profissionais para trabalharem no SNS. “É preciso que sejam dadas as condições necessárias para o seu próprio exercício. É preciso recursos técnicos, camas que também escasseiam e contratar profissionais para que seja possível exercer o grande volume de trabalho que está por fazer e que nós tentaremos que seja feito”, explica.

Também a propósito do Dia Mundial da Saúde, que é comemorado esta quarta-feira (7 de abril), a Ordem dos Médicos do Centro exigiu “equidade e acesso mais justo à saúde” e também a correção das assimetrias entre o litoral e o interior do país.

O presidente da delegação, Carlos Cortes, acrescenta que também são necessários “programas de prevenção em Saúde, para prevenir doenças graves, tais como a obesidade, a diabetes, as doenças cérebro-cardiovasculares, o cancro”. “Temos ainda um longo caminho a percorrer num modelo de sociedade mais saudável”, aponta.

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