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A região de Viseu está a desconfinar. Parques e jardins enchem-se (ainda) mais depressa

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.04.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.04.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 A região de Viseu está a desconfinar. Parques e jardins enchem-se (ainda) mais depressa

Estamos a cerca de duas semanas do início da terceira fase de desconfinamento, a 19 de abril. Deu-se mais um passo em direção ao desconfinamento total e à ‘normalidade’. Ainda que fosse expectável, as ruas da região de Viseu encheram-se com mais pessoas, carros e mais tarde, lojas e restaurantes acabados de reabrir. Os parques, praias ou jardins começaram a ser o destino predileto, ainda no dia 18 de abril.

À medida que se desconfina, a normalidade a que estamos habituados aproxima-se. Analisámos as mudanças em seis categorias de locais: retalho e entretenimento (museus, centros comerciais, cinemas), supermercados e farmácias, parques e praias, estações de transportes públicos, locais de trabalho e zonas residenciais. Em termos simples, no relatório de mobilidade de 25 de abril, a Google mostra uma ligeira subida no movimento da região de Viseu, entre 14 de março e 25 de abril. Ainda assim, o último fim de semana que integra o relatório, dá conta de uma maior concentração de pessoas em casa. Talvez justificada pelas condições meteorológicas um pouco adversas e por se celebrar o feriado de 25 de Abril.

De acordo com o último relatório de mobilidade da Google, a população do distrito de Viseu está a passar menos tempo em casa, desde 3 de abril, com uma percentagem de apenas oito por cento. O confinamento está a ter menos adesão, com oscilações pontuais em períodos que parecem coincidir com fins de semana e a segunda fase de desconfinamento – 5 de abril – que envolveu a reabertura do 2.º e 3.º ciclos, museus, monumentos, lojas com porta para a rua, feiras e mercados, destacando-se a abertura de esplanadas.

Com as escolas em ‘desconfinamento’, muitas pessoas já começaram a regressar à rotina habitual, incluindo ao local de trabalho. Isto é notório na diminuição de deslocações a locais de trabalho, que desceram 12 por cento. Em fases anteriores, a percentagem ultrapassam os 20 por cento. Na última semana, parece haver uma maior mobilidade entre trabalhadores que, na melhor das hipóteses, pode ser justificada pela segunda etapa de abertura das escolas, algo que movimenta uma grande parte da população. As esplanadas, museus, monumentos e lojas acentuam a subida de mobilidade.

As visitas dos utilizadores do Google na região a supermercados e farmácias, abertas com restrições de segurança, desceram 16 por cento. Contudo, em dias anteriores, observou-se uma ligeira subida a alcançar os 20 por cento, que coincidiu com a terceira fase de desconfinamento – a 19 de abril. Simplifiquemos: na última semana do relatório, as pessoas procuraram abastecer-se em locais como mercearias, armazéns de alimentos, mercados de agricultores, lojas de alimentação especializadas, drogarias e farmácias. Falamos de uma tendência que se manteve em dias úteis, descendo no fim de semana.

As deslocações a estações de transporte como estações de metro, comboio e paragens de autocarros desceram cerca de 15 por cento relativamente a situações normais, um valor mais ‘aliviado’ relativamente aos meses anteriores. Ao haver mais movimentações para o local de trabalho, os meios de transportes acabam por ser mais requisitados.

A tendência de mobilidade com destino a restaurantes, centros comerciais, museus ou bibliotecas caiu cerca de 47 por centro. Um fenómeno que também se ‘alivia’ na terceira fase de desconfinamento, justificado pela reabertura das grandes superfícies. Ao analisar o gráfico, percebemos que há quebra mais acentuada aos fins de semana, um valor que é compatível com o gráfico relativo à permanência em residência.

As deslocações para espaços como parques nacionais, praias públicas, marinas, parques para cães, praças e jardins públicos desceram 14 por cento. Observam-se algumas oscilações, sobretudo aos fins de semana e em dias em que as condições meteorológicas justificam uma maior movimentação. Nesses dias, a população tende a procurar locais de lazer e os valores de permanência em residência ‘desconfinam’.

A informação sai dos relatórios de mobilidade do Google que mostram informação de 131 países, incluindo Portugal, com base em alterações nas movimentações dos utilizadores que partilham a sua localização com a empresa (uma opção disponível nas definições de privacidade do Google).

A Google garante que os relatórios de mobilidade são anónimos e utiliza o que designa por privacidade diferencial, que adiciona sons artificiais aos dados obtidos, assegurando a qualidade dos resultados sem identificar nenhum utilizador.

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