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Nos centros de saúde, a maioria das consultas ainda se faz à distância

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.04.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.04.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Nos centros de saúde, a maioria das consultas ainda se faz à distância

Aos poucos e poucos, o número de consultas nos centros de saúde está a recuperar no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Dão Lafões: 24.802 só em fevereiro, de acordo com os dados do Portal da Transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Ao observar de relance, parece um valor pouco relevante, tendo em conta o total de consultas dos meses anteriores: janeiro com 32 mil utentes atendidos. Ainda assim, falamos de um mês encurtado com um número de consultas não presenciais mais alargado relativamente às semanas anteriores: 60.619.

Mas, se em fevereiro as consultas presenciais nos cuidados de saúde primários não ultrapassavam os 25 mil, em abril de 2020 estavam mantinham-se nos dez mil. Contudo, mais de 51 mil consultas ficaram por fazer em janeiro e fevereiro deste ano face a 2020 – numa realidade anterior à pandemia de Covid-19 – onde em apenas dois meses se contabilizaram 109 mil marcações presenciais.

Ao recuar um ano, apercebemo-nos de uma quebra significativa de consultas nos cuidados de saúde primários: o mês de março de 2020 contabilizou cerca de 34 mil atendimentos e não ultrapassou os 20 mil até julho. Nos meses seguintes, verificou-se uma certa oscilação nos números: em agosto, os centros de saúde da região de Viseu completaram 23.147 consultas e em novembro, a representar o valor mais elevado do ACES Dão Lafões em tempo de pandemia, atenderam 36.618 utentes presencialmente.

Em relação às consultas nos cuidados de saúde primários não presenciais, verificou-se um crescimento nos atendimentos online. Nos primeiros meses do ano de 2021 – janeiro e fevereiro – realizaram-se 134.978 consultas não presenciais, um valor três vezes superior em relação ao ano passado.

Pandemia à parte, parece tratar-se de um fenómeno que se está a entranhar no primeiro contacto com o utente – uma forma de não entupir os serviços primários e hospitalares.

Ainda assim, há uma discrepância em relação ao parâmetro presencial e não presencial: só no último mês de análise no Portal de Transparência do SNS (fevereiro), o número de consultas presenciais (24.802) é quase três vexes inferior relativamente às consultas à distância ou por plataformas online.

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